Categoria: Qualidade

Componentes de Bicicleta: O que levar em conta na hora de comprar?

Hoje muitas pessoas buscam qualidade de vida na prática de atividades físicas. Uma das preferidas por grande parte da população é andar de bicicleta, prática muito comum para quem busca não só relaxar, mas também manter uma boa saúde física e mental. Mas, você sabia que existem algumas exigências de qualidade e normas de segurança para que a bicicleta seja segura ao uso em nosso cotidiano?

O que levar em conta na hora de comprar Componentes de Bicicleta?

Pois bem, a Portaria Inmetro n° 202/2021 aprova os Requisitos da Conformidade para os seguintes Componentes de Bicicleta de Uso Adulto:

  • Quadro rígido;
  • Garfo rígido;
  • Pedivela;
  • Pedal;
  • Cordoalha;
  • Aro;
  • Raio;
  • Niple;
  • Guidão;
  • Suporte de guidão;
  • Câmara de ar;
  • Garfo de suspensão; e
  • Conjunto de freio.

O artigo 6° da Portaria Inmetro n°202/2021 ainda menciona: “Os componentes de bicicletas de uso adulto, fabricados, importados, distribuídos e comercializados em território nacional, a título gratuito ou oneroso, devem ser submetidos, compulsoriamente, à avaliação da conformidade, por meio do mecanismo de certificação, observados os termos deste Regulamento.” 

Como ocorre a certificação dos Componentes de Bicicletas?

Conforme Anexo I da Portaria Inmetro n°202/2021 é possível adquirir a conformidade de cada um destes componentes por meio de três modelos de certificação: modelo 2; modelo 5 e modelo 1b.

Basicamente o que difere o modelo 5 dos demais é a realização da auditoria de SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) do fabricante do produto. E vale ressaltar que, a validade do certificado de conformidade de componentes de bicicleta de uso adulto, emitidos pelos modelos 2 e 5 são de 4 anos, seguidos de manutenções anuais. O modelo 1b tem prazo indeterminado, ou seja, até a comercialização da quantidade de itens informada no início do processo.

Após a obtenção do Certificado de Conformidade, o detentor da certificação deve registrá-los no Inmetro, através do site Orquestra.

Selo Inmetro de Componentes de Bicicleta

Ficou com dúvida de como saber se os componentes da sua bicicleta lhe fornecem a devida segurança? Basta identificar o Selo de Identificação da Conformidade na embalagem e/ou marcado no produto.

Fale com nossos especialistas!

A Brics Certificações é acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) para conduzir a certificação dos Componentes de Bicicleta de Uso Adulto, através Portaria Inmetro n°202/2021. Além disso, após conclusão do processo de certificação, pode-se solicitar o registro do produto e obter o Selo de Identificação da Conformidade, para trazer mais credibilidade a sua marca e segurança aos consumidores.

Para maiores informações contate nosso departamento comercial no e-mail contato@brics-ocp.com.br e telefone +55 (11) 2087-7051.

Gustavo Oliveira
Analista de Certificação Pleno na BRICS Certificações.
Técnico em fabricação mecânica pelo SENAI, iniciou sua trajetória na área da qualidade em laboratórios de calibração e ensaios mecânicos. Atualmente cursando superior em Tecnologia de Gestão da Qualidade.

ARLA 32: Nova legislação e perspectivas de crescimento de mercado

Regular a emissão de poluentes gerados por motores a diesel sempre foi uma grande preocupação das autoridades ambientais em todo o mundo. No Brasil, esse papel é desempenhado pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que, desde 1986, instituiu o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE.

O controle pelo PROCONVE se dá a partir da classificação dos veículos em razão de seu Peso Bruto Total – PBT, sendo que as fases são caracterizadas por “L” para veículos leves e “P” para veículos pesados e vem sendo implantadas segundo cronogramas diferenciados. As próximas fases previstas são a  L-7, para veículos leves e P-8 para veículos pesados, ambas com início em 1º de janeiro de 2022.

O que muda em 2022?

As novas fases reduzem drasticamente os limites de emissão dos veículos, como demonstrado abaixo:

GRÁFICO DE COMPARAÇÃO ENTRE OS LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DAS FASES P-7 E P-8 DO PROCONVE:

Fonte: Elaboração CNT com base nas resoluções Conama n.º 403, de 2008, e n.º 490, de 2018.

É importante notar que os limites de NOx (óxidos de nitrogênio) e de MP (materiais particulados) serão reduzidos respectivamente de 2,0 para 0,04 e de 0,02 para 0,01. Assim, é possível dizer que, por meio de tecnologias mais limpas e mais desenvolvidas, os motoristas e passageiros, que ficam em contato direto com as emissões veiculares nas vias, serão poupados de respirar uma concentração maior de gases poluentes e de material particulado em relação à fase atual. Para se ter uma noção quantitativa da diferença entre a Fase P-8 com a atual fase, a nova tecnologia veicular irá reduzir o NOx emitido pelo veículo em circulação em até 80%, gerando melhores condições de saúde e qualidade de vida para os trabalhadores de transporte e para a sociedade e, consequentemente, maior bem-estar social.

Ainda sob a ótica da saúde, a P-8 estabelecerá limites de emissão de ruído para os veículos pesados. Essa novidade beneficiará significativamente o transportador, gerando um ambiente mais saudável para a audição e as condições emocionais e psicológicas dos motoristas, que passam mais tempo expostos ao ruído contínuo do motor do veículo no seu dia a dia de trabalho. Além disso, beneficiará também a sociedade, especialmente em centros urbanos, uma vez que serão expostos a um índice menor de ruído.

E quanto ao ARLA 32?

Cada vez mais vemos a chegada no mercado de novos veículos que utilizam o sistema SCR, ou Redução Catalítica Seletiva (SCR, na sigla em inglês), e seu princípio básico consiste na utilização do Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo – ARLA 32, líquido composto de água desmineralizada (livre de minerais) e ureia em grau industrial que, em conjunto com o catalisador, transforma o óxido de nitrogênio e o gás carbônico – presentes nos gases de combustão – em nitrogênio e água, elementos que são inofensivos ao meio ambiente. Veja o seu funcionamento na imagem:

 

Fig.1 – Representação do funcionamento de um sistema SCR. Esta tecnologia necessita de ARLA 32 para funcionar adequadamente.

Nos últimos anos, além de presenciar o aumento da frota de veículos pesados que utiliza o SCR como sistema de tratamento de emissões, também vimos, com a chegada do PROCONVE MAR-1 em 2019, que veículos agrícolas e de construção também passaram a utilizar essa tecnologia.

A partir de 2022, com o início das novas fases L-7 e P-8, teremos ainda mais veículos adotando o SCR, como é o caso do Jeep Compass. Segundo anunciado pela fabricante, a versão 2022 do SUV já contará com a tecnologia SCR e com um tanque de 13 litros para o ARLA 32. Para ter certeza de que o carro não rodará sem o líquido e que cumpra a nova legislação, a Jeep criou um sistema que inibe a partida do motor caso o reservatório esteja vazio.

Jeep Compass 2022: SUV utiliza o ARLA 32. Créditos da foto: Website Jeep.

Assim o ARLA 32 terá um papel fundamental para assegurar que o limite das emissões veiculares seja controlado, o que com certeza significará aumento em sua demanda. Uma análise feita pela Argus Media, companhia especialista em análise de mercado, mostrou que entre 2019 e 2020 houve um aumento de 15% no consumo de Arla 32. Esse percentual irá aumentar e a curva de consumo continuará em crescimento.

Qualidade é fundamental

Os Sistemas SCR são sensíveis às potenciais contaminações e impurezas químicas de suas matérias-primas, a água e a ureia. Usar produto de baixa qualidade, produzido fora das especificações das normas aplicáveis, além de aumentar o nível de emissões do veículo no Meio Ambiente (crime ambiental), resultará em danos indesejáveis e irreversíveis no sistema SCR dos veículos. E esse será o assunto do nosso próximo artigo. Vejo você lá!

Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Consultor Sênior na Merkato Consultoria, Auditor Líder ISO 9001/22000. Especialista em ARLA 32, desenvolve projetos de ARLA 32 para empresas em todo o Brasil.

5 Benefícios da Certificação de Produtos

A certificação de produtos é uma garantia de que um produto atende a certos requisitos de Segurança, Desempenho, Saúde e Meio Ambiente. Listamos abaixo 5 benefícios de se certificar um produto, seja de maneira compulsória ou voluntária.

1. Segurança aos consumidores

A certificação de produto permite que os consumidores saibam que um determinado produto é seguro e confiável. É uma referência de segurança do produto, um guia que os leva a fabricantes confiáveis.

2. Atendimento aos Requisitos Regulamentares

O Inmetro é o órgão federal responsável por estabelecer os requisitos de segurança de diversos produtos disponíveis no mercado. A presença do selo Inmetro atesta que o produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico, cumprindo os requisitos mínimos necessários.

3. Vantagem Competitiva

Alguns produtos não possuem qualquer regulamentação oficial estabelecida pelo Inmetro. Nesses casos, é uma decisão exclusiva do fabricante/importador do produto se deve ou não certificar o seu produto de maneira voluntária. No entanto, possuir o selo de certificação voluntária representa uma importante vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Dependendo do mercado em que a empresa atua, ter um produto com o selo de identificação de conformidade pode significar a diferença entre vender ou não vender.

4. Garantia de Conformidade

Como ter certeza de que determinado item realmente apresenta todas as características indicadas na embalagem? É justamente o Selo de Identificação da Conformidade, o popular Selo Inmetro, obrigatório para a comercialização de produtos de diversas categorias, que irá garantir ao consumidor que aquele produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico. Assim, a garantia da conformidade influencia diretamente na decisão de compra do consumidor. Além disso, comercializar produtos com certificação compulsória estabelecida pelo Inmetro sem o Selo pode incidir em multa e recolhimento dos produtos.

5. Credibilidade da Marca

Ter produtos certificados, de maneira compulsória ou voluntariamente, dá para a empresa mais credibilidade no mercado, através da percepção tida pelos consumidores e público em geral de que aquela organização está comprometida com a segurança de seus produtos e com a satisfação de seus clientes.

Fale com nossos especialistas e saiba mais!

BRICS Certificações é uma organização que conduz e concede a certificação de conformidade de produtos, compulsória ou voluntária, com base em normas nacionais, internacionais ou regulamentos técnicos. A BRICS Certificações está presente no dia a dia dos consumidores brasileiros, garantindo a qualidade e segurança de milhares de produtos.

Quer Certificar seu Produto?  Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

Será um prazer atender você!

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Credibilidade e Confiança para sua Marca!

 

 

 

Lâmpadas Led e a Certificação Inmetro

As lâmpadas LEDs estão cada vez mais inseridas em nosso cotidiano. O baixo consumo de energia, vida útil mais longa e menor impacto ambiental são suas principais características.

Por que certificar Lâmpadas Led?

Regulamentadas pelo Inmetro desde 2016, por meio da Portaria Inmetro nº 144/2015, lâmpadas LED devem ser certificadas obrigatoriamente, atendendo a requisitos mínimos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

A certificação de lâmpadas LED é uma garantia para o consumidor de que os produtos são seguros, possuem eficiência energética e compatibilidade eletromagnética. Além disso, a certificação ajuda a padronizar os equipamentos disponíveis no mercado, garantir que a lâmpada não causará interferência na rede elétrica e, sobretudo, assegurar que o equipamento adquirido não irá gerar risco de superaquecimento, evitando assim acidentes.

Lâmpada Led e o Selo Procel

É importante ressaltar, ainda, que a certificação disponibiliza na embalagem do produto a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que além de exibir o selo Procel, identifica detalhes como: potência em Watts (W), que identifica o consumo de energia elétrica; eficiência luminosa  (lm/W), que é a relação do fluxo luminoso com a potência; e o fluxo luminoso em lúmens (lm), que corresponde a  quantidade de luz emitida. Veja o exemplo abaixo:

Assim, enquanto a etiqueta do Inmetro assegura a conformidade da Lâmpada Led com os requisitos de segurança e desempenho da Portaria Inmetro nº 144/2015, o Selo Procel destaca aqueles mais eficientes, facilitando a escolha dos consumidores.

Como certificar Lâmpadas Led?

O processo de certificação das lâmpadas LED é realizado por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo Inmetro. A Brics Certificações atua como OCP e o Selo de Certificação Inmetro que concedemos aos nossos clientes garante segurança, confiabilidade e qualidade que o seu produto precisa! Para mais informações, clique aqui.

Entre em contato com nosso time de especialistas, pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br, e saiba como a Brics Certificações pode ajudar sua empresa na certificação de Lâmpadas Led.

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O que é o Inmetro?

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro – é uma autarquia federal, vinculada à Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia. O Instituto atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).

No âmbito de sua ampla missão institucional, o Inmetro objetiva fortalecer as empresas nacionais, aumentando sua produtividade por meio da adoção de mecanismos destinados à melhoria da qualidade de produtos e serviços. Sua missão é prover confiança à sociedade brasileira nas medições e nos produtos, através da metrologia e da avaliação da conformidade, promovendo a harmonização das relações de consumo, a inovação e a competitividade do País.

O Inmetro regula produtos e serviços com foco na segurança; proteção da vida e da saúde humana, animal e vegetal; proteção do meio ambiente; e prevenção de práticas enganosas de comércio.

Após a definição de quais produtos e serviços devem ser regulamentados, atendendo a critérios técnicos, o Inmetro estabelece um programa de avaliação da conformidade para cada escopo, podendo a certificação ser Compulsória ou Voluntária.

Principais funções do Inmetro

  • Realizar as políticas nacionais de metrologia e da qualidade nos produtos comercializados no país;
  • Verificar a correta execução das normas técnicas e legais referentes às unidades de medida;
  • Conservar os padrões das unidades de medida, assim como realizar e manter a cadeia de rastreabilidade dos padrões das unidades de medidas nacionais;
  • Fortalecer a participação do país nas atividades internacionais relacionadas às suas áreas de atuação, assim como estimular o intercâmbio com institutos e órgãos nacionais e do exterior;
  • Dar suporte técnico e administrativo ao Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro);
  • Estimular a utilização da técnica de gestão da qualidade nas empresas brasileiras;
  • Planejar e executar as atividades de acreditação de laboratórios de calibração e de ensaios, de provedores de ensaios de proficiência, de organismos de certificação, de inspeção, de treinamento e de outros, necessários ao desenvolvimento da infraestrutura de serviços tecnológicos no país;
  • Desenvolver programas de avaliação da conformidade nas áreas de produtos, processos, serviços e pessoal, compulsórios ou voluntários, que envolvem a aprovação de regulamentos.

Selo do Inmetro

Na Imagem: Fique atento na hora de comprar panelas e utensílios para forno e fogão. Procure sempre o Selo Inmetro!

A presença do Selo de Identificação da Conformidade, conhecido popularmente como Selo Inmetro ou etiqueta Inmetro significa que o produto passou por testes e análises de organismos acreditados. Cada tipo de produto para certificação passa por avaliações específicas determinadas pelos requisitos pré-estabelecidos em normas e regulamentos técnicos para verificar se ele é seguro e confiável para o consumidor.

Por esse motivo, fabricantes e comerciantes precisam certificar produtos específicos junto ao Inmetro, para evitar problemas como ter a mercadoria barrada, multas exorbitantes, recolhimento dos produtos e outros prejuízos que podem incluir a perda de credibilidade da marca.

BRICS Certificações está acreditada desde 2013 pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação – CGCRE/INMETRO), e desde então já certificou milhares de produtos, garantindo conformidade e segurança para os consumidores brasileiros. A lista de escopos atendidos pela BRICS pode ser consultada aqui, bem como suas Portarias aplicáveis.

Quer Certificar seu Produto ou seu Sistema de Gestão?  Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Utilizando a ISO 9001:2015 como modelo de Planejamento Estratégico

Apesar de muitos hoje em dia ainda relacionarem a ISO 9001 com papelada, burocracia e auditores interrogando sobre controles de documentos, uma implementação eficaz da norma traz para as empresas uma estrutura sobre a qual elas podem construir suas estratégias de negócios.

Se você é uma das muitas pequenas e médias empresas que ainda não têm um planejamento estratégico, mas reconhece a necessidade de uma abordagem mais estruturada, pode considerar o uso da ISO 9001 como seu trampolim. Vou demonstrar a seguir como.

O que é uma estratégia?

O termo “Planejamento Estratégico” implica o emprego de uma “estratégia”, então, para que não presumamos que todos realmente saibam o que uma estratégia significa em seu sentido comercial mais amplo, vamos aqui entendê-la.

A ISO 9000:2015 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Fundamentos e Vocabulário define estratégia como: Plano para alcançar um objetivo geral ou de longo prazo (3.5.12). Ampliando um pouco mais a visão, Planejamento estratégico consiste em integrar as atividades da organização e utilizar e alocar os recursos limitados dentro do seu ambiente de modo a cumprir seus objetivos.

Ao planejar uma estratégia, é essencial considerar que as decisões e qualquer ação realizada pela organização provavelmente provocará uma reação nas pessoas afetadas – concorrentes, clientes, funcionários ou fornecedores. A estratégia deve, além de tornar claro os objetivos, levar em consideração a incerteza dos eventos e o comportamento provável ou real dos outros.

Como a ISO 9001 pode ajudar?

A ISO 9001:2015 pode ajudá-lo a criar e implementar o Planejamento Estratégico da sua empresa. Seguem abaixo as cláusulas da norma relacionadas ao tema e comentários meus que buscam auxiliar você na criação e implementação do seu Planejamento Estratégico:

Cláusula 4.1 – A organização deve determinar questões externas e internas que sejam pertinentes para o seu propósito e para seu direcionamento estratégico e que afetem sua capacidade de alcançar o(s) resultado(s) pretendido(s) de seu sistema de gestão da qualidade.

Comentários: O contexto organizacional é a base do Planejamento Estratégico, é necessário conhecer bem onde se está para se definir como e onde se quer chegar.  Em adendo a esta cláusula, deve-se avaliar a 4.2 – Entendendo as necessidades e expectativas das partes interessadas.

Cláusula 5.2 – A Alta Direção deve estabelecer, implementar e manter uma política da qualidade que seja apropriada ao propósito e ao contexto da organização e apoie seu direcionamento estratégico.

Comentários: As interações das empresas com seus clientes não são as únicas relevantes, é preciso considerar a empresa em um meio composto por sociedade, órgãos reguladores, seus próprios colaboradores, fornecedores, governos, entidades, etc. A política da qualidade tem que ser apropriada a essas expectativas e interações.

Cláusula 6.2.1 – A organização deve estabelecer objetivos da qualidade nas funções, níveis e processos pertinentes necessários para o sistema de gestão da qualidade.

Os objetivos da qualidade devem:

a) ser coerentes com a política da qualidade;
b) ser mensuráveis;
c) levar em conta requisitos aplicáveis;
d) ser pertinentes para a conformidade de produtos e serviços e para aumentar a satisfação do cliente;
e) ser monitorados;
f) ser comunicados;
g) ser atualizados como apropriado.

A organização deve manter informação documentada sobre os objetivos da qualidade.

Comentários: Além de determinar processos e responsabilidades, é importante aqui definir indicadores que realmente contribuam para uma avaliação de desempenho eficaz, e não que estejam lá apenas para cumprir os requisitos da norma.

Cláusula 6.2.2 – Ao planejar como alcançar seus objetivos da qualidade, a organização deve determinar:

a) o que será feito;
b) quais recursos serão requeridos;
c) quem será responsável;
d) quando isso será concluído;
e) como os resultados serão avaliados.

Comentários:  Todos os envolvidos devem entender o seu papel nos processos e estar comprometidos com as metas da organização. Convém definir metas para todos os processos junto aos seus gestores/ líderes e com planejamentos estruturados de como atingi-las (ações, recursos, responsáveis e prazos).

Cláusula 9.3.1 – A Alta Direção deve analisar criticamente o sistema de gestão da qualidade da organização, a intervalos planejados, para assegurar sua contínua adequação, suficiência, eficácia e alinhamento com o direcionamento estratégico da organização.

Comentários: O papel dos líderes, gestores e é essencial para assegurar que ações implementadas permaneçam alinhadas com o que foi planejado. Sem o comprometimento da Alta Direção, dificilmente os objetivos da organização serão alcançados.

Conclusão:

Pelo que foi apresentado, podemos dizer que a estrutura fornecida pela ISO 9001:2015 pode ser usada pelas organizações para o Planejamento Estratégico, mas quando a direção rejeita o SGQ como modelo de planejamento estratégico e toma decisões intuitivas, a ISO 9001:2015 não pode abordar ou contribuir no processo de planejamento estratégico, correndo o risco de se tornar apenas uma papelada burocrática que não contribuirá para o crescimento da organização.

Precisa de ajuda?

Deseja implementar um SGQ na sua empresa e obter uma certificação ISO 9001? Gostaria de certificar o seu produto junto ao Inmetro? Precisa de treinamento para sua equipe? Fale com a BRICS através dos seus canais de contato, ela possui um time de especialistas que irão auxiliá-lo nas suas demandas.

Sucesso sempre!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001/22000. Possui experiência em criação de canais de distribuição de produtos, planejamento estratégico e desenvolvimento de negócios, implantação de Sistemas de Gestão de Qualidade e desenvolvimento de competências profissionais.

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A Importância das Auditorias

A ISO 19011 define auditoria como “Processo sistemático, documentado e independente para obter evidência de auditoria e avaliá-las, objetivamente, para determinar a extensão na qual os critérios de auditoria são atendidos”. Saindo um pouco da linguagem técnica, podemos dizer que as auditorias, especificamente as realizadas para comprovar a conformidade com normas ISO, são verificações planejadas que incluem inspeções e exame completo do Sistema de Gestão da organização. São realizadas a fim de se obter a comprovação da sua conformidade com requisitos específicos e para rastrear e melhorar a eficiência de seus processos operacionais.

O foco deste artigo é abordar a importância das auditorias para a melhoria contínua da qualidade, eficiência e competitividade das organizações.

Tipos de Auditoria

Existem vários tipos de auditorias, e, dependendo do que se deve auditar ou de quem são seus auditores, cada uma conta com características e benefícios próprios. Falaremos um pouco sobre os tipos de auditorias segundo as normas ISO e da importância da auditoria para o crescimento de uma empresa. A classificação dos tipos de auditoria é baseada principalmente nas relações entre os participantes e os examinadores. As auditorias ISO são classificadas em dois tipos principais, auditorias internas e externas.

Auditorias Internas:

São executadas por auditores internos que são empregados pela organização que está sendo auditada ou por agentes externos (ex. consultores), em nome da organização. Também são conhecidas como auditorias de primeira parte. São realizadas dentro de uma empresa para verificar a eficiência de seus próprios procedimentos adotados, comprovar a conformidade com os padrões estabelecidos e identificar possíveis deficiências do SGQ. Um auditor interno normalmente possui um conhecimento prático da sua organização e sabe o que faz sua empresa funcionar. As auditorias internas devem analisar profundamente todo o Sistema de Gestão e descobrir qualquer coisa que possa vir a ser uma Não Conformidade em uma auditoria externa.

Quando a auditoria interna é conduzida por uma equipe composta por funcionários de um departamento ou de uma base diferente, pode-se manter a imparcialidade e garantir menos conflitos de interesse pessoal, o que traz bons resultados para a organização. Se fornecido o treinamento apropriado, essas equipes de auditores internos podem oferecer insights objetivos com a vantagem adicional de conhecer o contexto da organização e oferecer um feedback mais específico em vista disso.

As auditorias internas permitem que se inspecione a empresa e se garanta a conformidade com leis e regulamentação vigentes em um ambiente mais casual e com menos riscos. Como o auditor interno é usualmente um colega de trabalho, os auditados geralmente se sentem muito mais à vontade durante todo o processo. Mas como em qualquer auditoria, o auditor deve estar atento: Alguns colegas podem desejar ocultar informações ou induzir o auditor ao erro, a fim de agilizar a auditoria.

Todos os envolvidos e a própria Alta Direção devem ver a auditoria interna como uma oportunidade de aprender com as deficiências do SGQ e trabalhar para melhorá-lo constantemente.  A maioria das normas internacionais inclui auditorias internas como parte importante do processo em direção à melhoria contínua de uma organização, pois dão a empresa oportunidades de monitorar e revisar constantemente a eficiência de seus processos. Os resultados de uma boa auditoria interna são processos mais claros, maior conscientização da equipe e no médio prazo algo que nem sempre é notado pela diretoria: menor custo de falhas internas.

As auditorias internas geralmente são realizadas pelo menos uma vez por ano e antes da entrada dos auditores externos. As suas constatações de auditoria não colocam em risco a Certificação da empresa e ajudam a evidenciar ao auditor externo sua conformidade com a norma.

Auditorias Externas:

Também chamadas de auditorias de segunda e terceira partes. Auditorias de segunda parte são realizadas por partes que tem um interesse na organização, tais como clientes, ou por outras pessoas em seu nome. Auditorias de terceira parte são realizadas por organizações de auditoria independentes, tais como organismos de certificação, como a BRICS Certificações. As auditorias externas são realizadas por auditores imparciais e podem ser chamadas de avaliações objetivas dos procedimentos da empresa, fornecendo transparência e confiança às partes interessadas (stakeholders) de que sua organização está realmente executando um Sistema de Gestão eficaz e em conformidade com as normas e requisitos estabelecidos.  Os auditores externos são normalmente contratados pelo Organismo de Certificação da empresa e designados para auditar seus processos durante os ciclos de certificação/manutenção. A auditoria acontece in loco ou remotamente, e o auditor irá durante um período previamente definido comprovar a conformidade do SGQ, resultando na aprovação da certificação ou na pendência de Ações Corretivas.

As Ações Corretivas devem ser realizadas quando o auditor externo encontrar Não Conformidades nos processos da empresa, e serão detalhadas na reunião de encerramento e no Relatório de Conclusão de Auditoria. As auditorias externas são necessárias se você deseja obter uma Certificação ISO e são uma ótima maneira de ajudar sua organização com avaliações e relatórios imparciais, que contribuirão para a melhoria do SGQ.

Conclusão:

Os diferentes tipos de auditorias visam obter evidências de conformidade com os requisitos estabelecidos pela organização e pelas normas aplicáveis, sendo as internas realizadas pela própria empresa e as externas feitas por órgão independente. As auditorias são importantes para a melhoria contínua da organização, ajudando a empresa a melhorar o desempenho, aumentar a rentabilidade, reduzir custos e garantir uma maior satisfação dos seus clientes.

Precisa de ajuda?

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Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001. Ajuda empresas e profissionais da qualidade a simplificarem seus processos, contribuindo com tecnologia e conteúdo.

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Série Princípios da Qualidade – Gestão de Relacionamento

Bem vindo de volta!

Enfim chegamos ao último artigo dessa série, trazendo o sétimo Princípio da Qualidade conforme alistado na ISO 9000 e ISO 9001: Gestão de Relacionamento.

Antes, segue um breve índice com todos os artigos anteriores:

Princípio 1 – Foco no Cliente
Princípio 2 – Liderança
Princípio 3 – Engajamento das Pessoas
Princípio 4 – Abordagem de Processo
Princípio 5 – Melhoria
Princípio 6 – Tomada de Decisão com base em Evidência
e por último:

Princípio 7 – Gestão de Relacionamento 

Declaração
Para o sucesso sustentado, as organizações gerenciam seus relacionamentos com as partes interessadas pertinentes, como provedores.

Justificativa
Partes interessadas pertinentes influenciam o desempenho de uma organização. O sucesso sustentado é mais provável de ser alcançado quando a organização gerencia relacionamentos com todas as suas partes interessadas para otimizar o impacto sobre o seu desempenho. A gestão de relacionamentos com suas redes de provedores e parceiros é de particular importância.          

Principais benefícios (conforme ISO 9000:2015)

  • Melhoria no desempenho da organização e de suas partes interessadas quando responder às oportunidades e restrições relacionadas a cada parte interessada pertinente;
  • Compreensão comum dos objetivos e valores entre as partes interessadas;
  • Melhoria na capacidade de agregar valor para as partes interessadas através do compartilhamento de recursos e de competências e através da gestão dos riscos relacionados com a qualidade;
  • Uma cadeia de fornecimento bem gerenciada provendo um fluxo estável de produtos e serviços.

Ações possíveis (conforme ISO 9000:2015)

As ações possíveis incluem:
Determinar as partes interessadas pertinentes (como provedores, parceiros, clientes, investidores, empregados ou a sociedade como um todo) e sua relação com a organização;

  1. Determinar e priorizar relacionamentos com partes interessadas que necessitem ser gerenciados;
  2. Estabelecer relações que equilibrem ganhos de curto prazo com considerações de longo prazo;
  3. Coletar e compartilhar informações, conhecimentos especializados e recursos com as partes interessadas pertinentes;
  4. Medir o desempenho e prover retroalimentação sobre o desempenho para as partes interessadas como apropriado, para aumentar as iniciativas de melhoria;
  5. Estabelecer o desenvolvimento colaborativo e atividades de melhoria com provedores, parceiros e outras partes interessadas;
  6. Incentivar e reconhecer melhorias e conquistas de provedores e parceiros.

Como Implementar?

Uma vez compreendido os benefícios e as ações de cada princípio, como implementá-los?

Existem muitas maneiras diferentes de aplicar os Princípios da Qualidade nas rotinas organizacionais. Nesse ponto, é importante ressaltar que eles não estão listados em ordem de prioridade. A importância relativa de cada princípio irá variar de organização para organização e pode mudar com o tempo. A própria natureza da organização e os desafios que ela enfrenta podem determinar como implementá-los. Ainda, muitas empresas e gestores acharão benéfico definir um Sistema de Gestão da Qualidade baseados nesses princípios.

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Muito obrigado por acompanhar essa série de artigos! Desejo a você sucesso sempre!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
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Série Princípios da Qualidade – Tomada de Decisão com Base em Evidência

Bem-vindo de volta!

Vamos hoje continuar com a nossa série de artigos sobre os Princípios da Qualidade. Para ver os artigos anteriores, é só clicar aqui.

Vamos falar agora sobre o sexto princípio, segundo a ótica da ISO 9000/9001, Tomada de Decisão com Base em Evidência.

Princípio 6 – Tomada de Decisão com Base em Evidência

Declaração
Decisões com base na análise e avaliação de dados e informações são mais propensas a produzir resultados desejados.

Justificativa
A tomada de decisão pode ser um processo complexo e sempre envolve alguma incerteza. Ela envolve, frequentemente, vários tipos e fontes de entradas, bem como a sua interpretação, que pode ser subjetiva. É importante compreender as relações de causa e efeito e possíveis consequências não intencionais. A análise de fatos, de evidências e de dados leva a uma maior objetividade e confiança na tomada de decisões.     

Principais benefícios (conforme ISO 9000:2015)

  • Melhoria dos processos de tomada de decisão;
  • Melhoria na avaliação do desempenho dos processos e na capacidade para alcançar os objetivos;
  • Melhoria da eficácia e eficiência operacionais;
  • Melhoria na capacidade de analisar criticamente, desafiar e mudar opiniões e decisões;
  • Aumento da capacidade de demonstrar a eficácia de decisões anteriores.

Ações possíveis (conforme ISO 9000:2015)
As ações possíveis incluem:

  1. Determinar, medir e monitorar os principais indicadores para demonstrar o desempenho da organização;
  2. Disponibilizar todos os dados necessários para as pessoas pertinentes;
  3. Assegurar que os dados e as informações sejam suficientemente precisos, confiáveis e seguros;
  4. Analisar e avaliar dados e as informações usando métodos adequados;
  5. Assegurar que as pessoas sejam competentes para analisar e avaliar os dados, conforme necessário;
  6. Tomar decisões e executar ações baseadas em evidências, equilibradas com experiência e intuição.

Na próxima semana, iremos abordar o sétimo e último princípio, segundo a ISO 9000/9001, Gestão de Relacionamento.

Até lá!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001. Ajuda empresas e profissionais da qualidade a simplificarem seus processos, contribuindo com tecnologia e conteúdo.

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Série Princípios da Qualidade – Melhoria

Olá,

Vamos continuar com a nossa série de artigos sobre os Princípios da Qualidade. Para ver os artigos anteriores, é só clicar aqui.

Vamos falar hoje sobre o quinto princípio, segundo a ótica da ISO 9000/9001, Melhoria.

Princípio 5 – Melhoria

Declaração
As organizações de sucesso têm um foco contínuo na melhoria.

Justificativa
A melhoria é essencial para uma organização manter os atuais níveis de desempenho, reagir às mudanças em suas condições internas e externas e criar novas oportunidades.  

Principais benefícios (conforme ISO 9000:2015)

  • Melhoria do desempenho de processos, capacidade organizacional e satisfação do cliente;
  • Melhoria do foco na investigação e determinação da causa-raiz, seguida de prevenção e ações corretivas;
  • Melhoria da capacidade de antecipar e reagir aos riscos e oportunidades internas e externas;
  • Reforço na consideração de ambas as melhorias, incremental e de ruptura;
  • Reforço na utilização da aprendizagem para melhoria;
  • Melhoria em busca da inovação.

Ações possíveis (conforme ISO 9000:2015)
As ações possíveis incluem:

  1. Promover o estabelecimento de objetivos de melhoria em todos os níveis da organização;
  2. Educar e treinar as pessoas em todos os níveis sobre como aplicar ferramentas básicas e metodologias para alcançar os objetivos de melhoria;
  3. Assegurar que as pessoas sejam competentes para promover e concluir com sucesso projetos de melhoria;
  4. Desenvolver e desdobrar processos para implementar projetos de melhoria em toda a organização;
  5. Acompanhar, analisar criticamente e auditar o planejamento, a execução, a conclusão e os resultados dos projetos de melhoria;
  6. Integrar o enfoque de melhoria no desenvolvimento de produtos, serviços e processos novos ou modificados;
  7. Reconhecer e aceitar melhorias.

Na próxima semana, iremos abordar o sexto princípio, Tomada de Decisão com Base em Evidência.

Até lá!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001. Ajuda empresas e profissionais da qualidade a simplificarem seus processos, contribuindo com tecnologia e conteúdo.

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