Categoria: Informativo

ARLA 32: Nova legislação e perspectivas de crescimento de mercado

Regular a emissão de poluentes gerados por motores a diesel sempre foi uma grande preocupação das autoridades ambientais em todo o mundo. No Brasil, esse papel é desempenhado pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que, desde 1986, instituiu o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE.

O controle pelo PROCONVE se dá a partir da classificação dos veículos em razão de seu Peso Bruto Total – PBT, sendo que as fases são caracterizadas por “L” para veículos leves e “P” para veículos pesados e vem sendo implantadas segundo cronogramas diferenciados. As próximas fases previstas são a  L-7, para veículos leves e P-8 para veículos pesados, ambas com início em 1º de janeiro de 2022.

O que muda em 2022?

As novas fases reduzem drasticamente os limites de emissão dos veículos, como demonstrado abaixo:

GRÁFICO DE COMPARAÇÃO ENTRE OS LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DAS FASES P-7 E P-8 DO PROCONVE:

Fonte: Elaboração CNT com base nas resoluções Conama n.º 403, de 2008, e n.º 490, de 2018.

É importante notar que os limites de NOx (óxidos de nitrogênio) e de MP (materiais particulados) serão reduzidos respectivamente de 2,0 para 0,04 e de 0,02 para 0,01. Assim, é possível dizer que, por meio de tecnologias mais limpas e mais desenvolvidas, os motoristas e passageiros, que ficam em contato direto com as emissões veiculares nas vias, serão poupados de respirar uma concentração maior de gases poluentes e de material particulado em relação à fase atual. Para se ter uma noção quantitativa da diferença entre a Fase P-8 com a atual fase, a nova tecnologia veicular irá reduzir o NOx emitido pelo veículo em circulação em até 80%, gerando melhores condições de saúde e qualidade de vida para os trabalhadores de transporte e para a sociedade e, consequentemente, maior bem-estar social.

Ainda sob a ótica da saúde, a P-8 estabelecerá limites de emissão de ruído para os veículos pesados. Essa novidade beneficiará significativamente o transportador, gerando um ambiente mais saudável para a audição e as condições emocionais e psicológicas dos motoristas, que passam mais tempo expostos ao ruído contínuo do motor do veículo no seu dia a dia de trabalho. Além disso, beneficiará também a sociedade, especialmente em centros urbanos, uma vez que serão expostos a um índice menor de ruído.

E quanto ao ARLA 32?

Cada vez mais vemos a chegada no mercado de novos veículos que utilizam o sistema SCR, ou Redução Catalítica Seletiva (SCR, na sigla em inglês), e seu princípio básico consiste na utilização do Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo – ARLA 32, líquido composto de água desmineralizada (livre de minerais) e ureia em grau industrial que, em conjunto com o catalisador, transforma o óxido de nitrogênio e o gás carbônico – presentes nos gases de combustão – em nitrogênio e água, elementos que são inofensivos ao meio ambiente. Veja o seu funcionamento na imagem:

 

Fig.1 – Representação do funcionamento de um sistema SCR. Esta tecnologia necessita de ARLA 32 para funcionar adequadamente.

Nos últimos anos, além de presenciar o aumento da frota de veículos pesados que utiliza o SCR como sistema de tratamento de emissões, também vimos, com a chegada do PROCONVE MAR-1 em 2019, que veículos agrícolas e de construção também passaram a utilizar essa tecnologia.

A partir de 2022, com o início das novas fases L-7 e P-8, teremos ainda mais veículos adotando o SCR, como é o caso do Jeep Compass. Segundo anunciado pela fabricante, a versão 2022 do SUV já contará com a tecnologia SCR e com um tanque de 13 litros para o ARLA 32. Para ter certeza de que o carro não rodará sem o líquido e que cumpra a nova legislação, a Jeep criou um sistema que inibe a partida do motor caso o reservatório esteja vazio.

Jeep Compass 2022: SUV utiliza o ARLA 32. Créditos da foto: Website Jeep.

Assim o ARLA 32 terá um papel fundamental para assegurar que o limite das emissões veiculares seja controlado, o que com certeza significará aumento em sua demanda. Uma análise feita pela Argus Media, companhia especialista em análise de mercado, mostrou que entre 2019 e 2020 houve um aumento de 15% no consumo de Arla 32. Esse percentual irá aumentar e a curva de consumo continuará em crescimento.

Qualidade é fundamental

Os Sistemas SCR são sensíveis às potenciais contaminações e impurezas químicas de suas matérias-primas, a água e a ureia. Usar produto de baixa qualidade, produzido fora das especificações das normas aplicáveis, além de aumentar o nível de emissões do veículo no Meio Ambiente (crime ambiental), resultará em danos indesejáveis e irreversíveis no sistema SCR dos veículos. E esse será o assunto do nosso próximo artigo. Vejo você lá!

Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Consultor Sênior na Merkato Consultoria, Auditor Líder ISO 9001/22000. Especialista em ARLA 32, desenvolve projetos de ARLA 32 para empresas em todo o Brasil.

5 Benefícios da Certificação de Produtos

A certificação de produtos é uma garantia de que um produto atende a certos requisitos de Segurança, Desempenho, Saúde e Meio Ambiente. Listamos abaixo 5 benefícios de se certificar um produto, seja de maneira compulsória ou voluntária.

1. Segurança aos consumidores

A certificação de produto permite que os consumidores saibam que um determinado produto é seguro e confiável. É uma referência de segurança do produto, um guia que os leva a fabricantes confiáveis.

2. Atendimento aos Requisitos Regulamentares

O Inmetro é o órgão federal responsável por estabelecer os requisitos de segurança de diversos produtos disponíveis no mercado. A presença do selo Inmetro atesta que o produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico, cumprindo os requisitos mínimos necessários.

3. Vantagem Competitiva

Alguns produtos não possuem qualquer regulamentação oficial estabelecida pelo Inmetro. Nesses casos, é uma decisão exclusiva do fabricante/importador do produto se deve ou não certificar o seu produto de maneira voluntária. No entanto, possuir o selo de certificação voluntária representa uma importante vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Dependendo do mercado em que a empresa atua, ter um produto com o selo de identificação de conformidade pode significar a diferença entre vender ou não vender.

4. Garantia de Conformidade

Como ter certeza de que determinado item realmente apresenta todas as características indicadas na embalagem? É justamente o Selo de Identificação da Conformidade, o popular Selo Inmetro, obrigatório para a comercialização de produtos de diversas categorias, que irá garantir ao consumidor que aquele produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico. Assim, a garantia da conformidade influencia diretamente na decisão de compra do consumidor. Além disso, comercializar produtos com certificação compulsória estabelecida pelo Inmetro sem o Selo pode incidir em multa e recolhimento dos produtos.

5. Credibilidade da Marca

Ter produtos certificados, de maneira compulsória ou voluntariamente, dá para a empresa mais credibilidade no mercado, através da percepção tida pelos consumidores e público em geral de que aquela organização está comprometida com a segurança de seus produtos e com a satisfação de seus clientes.

Fale com nossos especialistas e saiba mais!

BRICS Certificações é uma organização que conduz e concede a certificação de conformidade de produtos, compulsória ou voluntária, com base em normas nacionais, internacionais ou regulamentos técnicos. A BRICS Certificações está presente no dia a dia dos consumidores brasileiros, garantindo a qualidade e segurança de milhares de produtos.

Quer Certificar seu Produto?  Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

Será um prazer atender você!

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Baterias Automotivas: Funcionamento e Certificação

Inventadas em 1859 pelo físico francês Gaston Planté, as baterias automotivas de chumbo-ácido foram as primeiras baterias para uso comercial e, como as técnicas de fabricação avançaram muito e seus componentes eletroquímicos (chumbo e ácido sulfúrico) são muito comuns, elas se tornaram baratas. Atualmente, essas baterias são usadas principalmente nos nossos carros.

Como as baterias de chumbo-ácido funcionam?

As baterias são um conjunto de pilhas ligadas umas às outras, em série, isto é, o polo positivo de uma pilha está ligado ao polo negativo de outra e assim sucessivamente.

As baterias utilizadas em automóveis são compostas de 6 pilhas ou células de chumbo-ácido. Seu polo negativo corresponde às placas de chumbo metálico (Pb); o seu polo positivo, às placas de dióxido de chumbo (PbO2); e o eletrólito, corresponde a uma solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4), podendo ou não estar imobilizada na forma de gel ou absorvida no separador.

Durante a descarga da bateria, os materiais positivos e negativos são transformados em sulfato de chumbo. Isso ocorre quando uma carga elétrica (luzes ou motor de partida) é conectada através da bateria, e uma corrente flui do polo negativo da bateria para o polo positivo, passando através da carga externa. No entanto, é possível recarregar novamente as baterias de chumbo por se fornecer energia ao sistema, ou seja, é possível passar uma corrente elétrica fornecida por um gerador de corrente contínua, como um alternador ou dínamo. Com isso, o sulfato de chumbo se converte e volta aos materiais originais, dióxido de chumbo e chumbo metálico.

As baterias de chumbo-ácido utilizadas em automóveis são muito duráveis, com uma voltagem de 12V e são as baterias mais econômicas quando seu peso não é um problema.

Baterias Automotivas e a Certificação Inmetro

Com foco na segurança do usuário e no desempenho do produto, o Inmetro definiu que as baterias automotivas chumbo-ácido, limitadas à tensão nominal de 12 Volts e destinadas ao arranque de motores a combustão e alimentação dos sistemas eletro eletrônicos de veículos automotores, são produtos de certificação compulsória, ou seja, obrigatória, segundo a Portaria INMETRO nº 299, de 14/6/2012. A obrigatoriedade vale tanto para o mercado de reposição quanto para as montadoras.

Para conferir se uma bateria está certificada, basta conferir o Selo de Identificação da Conformidade. Ele deve ser impresso de forma clara, legível e indelével no rótulo da bateria, contendo o logotipo do Inmetro, a identificação do OCP (organismo certificador) e o número de registro do produto. Baterias comercializadas embaladas também devem apresentar o Selo de Identificação da Conformidade em sua embalagem.

A BRICS Certificações atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) e o Selo de Certificação Inmetro que concedemos aos nossos clientes garante segurança, confiabilidade e qualidade que o produto precisa! Para mais informações, clique aqui.

Entre em contato com nosso time de especialistas pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br, e saiba como a Brics Certificações pode ajudar sua empresa na certificação de Baterias Automotivas.

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Lâmpadas Led e a Certificação Inmetro

As lâmpadas LEDs estão cada vez mais inseridas em nosso cotidiano. O baixo consumo de energia, vida útil mais longa e menor impacto ambiental são suas principais características.

Por que certificar Lâmpadas Led?

Regulamentadas pelo Inmetro desde 2016, por meio da Portaria Inmetro nº 144/2015, lâmpadas LED devem ser certificadas obrigatoriamente, atendendo a requisitos mínimos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

A certificação de lâmpadas LED é uma garantia para o consumidor de que os produtos são seguros, possuem eficiência energética e compatibilidade eletromagnética. Além disso, a certificação ajuda a padronizar os equipamentos disponíveis no mercado, garantir que a lâmpada não causará interferência na rede elétrica e, sobretudo, assegurar que o equipamento adquirido não irá gerar risco de superaquecimento, evitando assim acidentes.

Lâmpada Led e o Selo Procel

É importante ressaltar, ainda, que a certificação disponibiliza na embalagem do produto a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que além de exibir o selo Procel, identifica detalhes como: potência em Watts (W), que identifica o consumo de energia elétrica; eficiência luminosa  (lm/W), que é a relação do fluxo luminoso com a potência; e o fluxo luminoso em lúmens (lm), que corresponde a  quantidade de luz emitida. Veja o exemplo abaixo:

Assim, enquanto a etiqueta do Inmetro assegura a conformidade da Lâmpada Led com os requisitos de segurança e desempenho da Portaria Inmetro nº 144/2015, o Selo Procel destaca aqueles mais eficientes, facilitando a escolha dos consumidores.

Como certificar Lâmpadas Led?

O processo de certificação das lâmpadas LED é realizado por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo Inmetro. A Brics Certificações atua como OCP e o Selo de Certificação Inmetro que concedemos aos nossos clientes garante segurança, confiabilidade e qualidade que o seu produto precisa! Para mais informações, clique aqui.

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LGPD – Lei de Proteção de Dados Pessoais

O assunto do momento no mundo corporativo é a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, publicada por meio da LEI Nº 13.709/2018. Mas em que consiste esta lei? A quem ela se aplica?

Para que serve a LGPD?

A LGPD é a lei brasileira que estabelece regras específicas para qualquer atividade que utiliza um dado pessoal na execução da sua operação. A LGPD possui por fundamento o respeito a privacidade, liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião, estabelecendo premissas e boas práticas da coleta, controle, compartilhamento e segurança das informações.

Segundo o artigo 5º da LGPD, são considerados dados pessoais qualquer informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável e considera como dado pessoal sensível informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.

Todos temos ouvido constantemente sobre empresas que sofreram com ataques cibernéticos e tiveram vazamento de seus bancos de dados e a LGPD veio justamente para regular a sistemática e trazer visibilidade para o tema: “SEGURANÇA DE DADOS”.

Quem tem seus dados pessoais protegidos pela LGPD?

Em vigor desde 14 de agosto de 2020, a LGPD é aplicável as pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado. Ela busca descrever de forma clara os papéis envolvidos nas situações de tratamento e até onde vai a responsabilidade, direitos e obrigações de cada um, como por exemplo:

Titular: pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento

Controlador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais

Operador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador;

Encarregado: pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Quando entra em vigor a LGPD?

Apesar de já estar em vigor desde agosto do ano passado, a maioria das empresas brasileiras passaram a trabalhar nas adequações a partir do primeiro semestre de 2021, visto que devido ao cenário pandêmico instituído pelo Covid-19, apenas a partir de 01/08/2021 as sanções referentes aos incidentes com dados serão aplicadas.

Conforme artigo 52 da Lei, as sanções poderão ser:

  • advertência;
  • multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;
  • multa diária;
  • publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
  • bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
  • proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

BRICS e a LGPD

A Brics Certificações sempre preocupada com a transparência e qualidade de seus serviços, contou com assessoria jurídica especializada durante todo o período de adequação e implementação, para que possa continuar a prestar serviços com maior confiabilidade e segurança para seus clientes.

Na Brics Certificações seus dados pessoais são tratados e armazenados dentro dos limites estabelecidos e tomamos as medidas tecnológicas adequadas para evitar o vazamento.

Adrieli Silva
Coordenadora Administrativa e Financeira da Brics Certificações.
Formada em Gestão Financeira e responsável pela implantação da LGPD na Brics Certificações.

Chupetas: Confira as Principais Mudanças com a Portaria Inmetro nº 301/2021

Informamos que no dia 16/07/2021 foi publicado do Diário Oficial da União (D.O.U) a nova PORTARIA Nº 301 DE 12 DE JULHO DE 2021, que regulamenta a Certificação de Chupetas e substituirá a Portaria Inmetro nº 34 entre outras Portarias, que também estarão revogadas a partir da vigência da nova Portaria nº 301 a qual ocorrerá em 02 de agosto de 2021.

Neste artigo visamos abordar os principais pontos de mudanças e impactos para o mercado, buscando manter nossos clientes e parceiros bem informados!

Principais Mudanças na Certificação de Chupetas

  1. A nova Portaria define a validade do certificado para 4 anos.
  2. Antes os ensaios de manutenção deveriam ser realizados semestralmente, agora a primeira manutenção deverá ser realizada em até 12 meses. Após a primeira avaliação de manutenção, não havendo não conformidades, os ensaios podem ser realizados de modo bienal (em até 24 meses). Caso seja detectada alguma não conformidade durante a avaliação de manutenção, será mantida a periodicidade anual.
  3. Certificação de LOTE passa a adotar o modelo 1b, portanto, para produtos importados as amostras devem ser coletadas no Brasil após a chegada do Lote de Importação.
  4. Foi reduzido significativamente a quantidade de amostras para ensaios realizados através da certificação pelo sistema 5. Antes eram necessárias 148 amostras e passou a ser 59 amostras total para realização dos ensaios completos.
  5. Foi alterada a escala de cores do sistema CMYK referente ao selo de conformidade. A data de adequação para o mercado é até 31 de dezembro de 2021.

Importante! As revisões dos certificados serão realizadas nas manutenções.

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Certificação de Brinquedos: O que muda com a nova Portaria Inmetro nº 302/2021?

Informamos que foi publicado no Diário Oficial da União (D.O.U) na data de hoje, a Portaria Inmetro nº 302 que substitui integralmente a Portaria Inmetro nº 563 publicada em 29 de dezembro de 2016.

Assim como a Portaria Inmetro nº 563, a Portaria nova nº 302 tem por objetivo substituir as diversas Portarias publicadas ao longo dos últimos anos para o setor de brinquedo. A ideia do Inmetro era justamente trazer todas as regras em um único documento de forma mais clara, e com isso, alinhar melhor as práticas de mercado.

Quanto aos prazos para adequação do mercado nada mudou entre as Portarias 563/2016 e 302/2021, as datas permanecem conforme abaixo:

A partir de 01/01/2022

Fabricantes e importadores deverão fabricar ou importar somente brinquedos certificados pela Portaria Inmetro nº 302/2021.

Importante

A portaria deixa claro que para cumprimento do prazo será considerada a data de embarque das mercadorias no país de origem, ou seja, a partir de 1º de janeiro de 2022 os produtos deverão embarcar somente se estiverem adequados a Portaria Inmetro nº 302/2021.

A partir de 01/01/2023

Fabricantes e importadores deverão comercializar no mercado nacional, somente brinquedos certificados pela Portaria Inmetro nº 302/2021;

A partir de 01/07/2025

Distribuidores e/ou comércio deverão comercializar no mercado nacional somente brinquedos certificados pela Portaria Inmetro nº 302/2021, quando serão revogados todos os certificados emitidos com base na Portaria Inmetro nº 321/2009.

Destacamos a seguir as principais mudanças que a nova Portaria de Brinquedos nos traz, de forma simples e objetiva:

  1. Referente aos ensaios, fica claro que para acessórios e partes iguais utilizados em brinquedos que compõem famílias distintas está permitido o compartilhamento de ensaios, desde que se comprove que foram utilizados insumos iguais, de mesmo fornecedor;
  2. Ciclo para manutenção nos modelos de certificação 2 (para MPE ou artesãos) e no modelo 5 será de até 12 meses, independentemente de haver não conformidades envolvidas nas manutenções;
  3. Os certificados já emitidos com base na Portaria Inmetro nº 563/2016 serão revisados na próxima etapa de avaliação, para referência à Portaria Inmetro nº 302/2021.

Quer saber sobre todas as informações referentes a Certificação de Brinquedos? Baixe agora mesmo nosso E-book de Certificação de Brinquedos de acordo com a nova Portaria Inmetro nº 302/2021.

Para acessar integralmente a Portaria Inmetro nº 302/2021, clique aqui.

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Novidades na Certificação de Ventiladores

Foi publicado hoje no Diário Oficial da União (D.O.U), a nova Portaria Inmetro nº 299/2021 que revoga a Portaria Inmetro nº 20/2012 a partir do dia 02 de agosto de 2021, e traz as principais alterações abaixo:

  1. Ventiladores de mesa, pedestal e de parede poderão ser agrupados na mesma família, desde que todas as características elétricas e de eficiência sejam as mesmas entre os modelos.
  2. Adoção do modelo de certificação 1b para lotes, ou seja, amostragem passa a ser obrigatoriamente feita no Brasil e sem a possibilidade de testes de contraprova e testemunha no caso de reprovação das amostras testadas.
  3. Para o modelo de certificação através do sistema 5, o certificado passa a ser válido por 6 (seis) anos, devendo ser realizada manutenção periódica a cada 36 (trinta e seis) meses, ou seja, a cada 3 (três) anos devem ser realizados novos testes e auditoria de manutenção. Esse ponto traz uma grande redução nos custos de certificação, tendo em vista que anteriormente o certificado tinha validade de 4 (quatro) anos, com auditorias e testes anuais. Os certificados vigentes, devem ser prorrogados para o novo prazo de validade de 6 (seis) anos, sendo considerada sua data de emissão. IMPORTANTE! As manutenções previstas para o ano de 2021 devem ser mantidas com 25% da família.
  4. Deixa claro que, no comércio virtual é de responsabilidade do administrador do site disponibilizar as informações sobre a eficiência energética dos produtos, isentando assim a responsabilidade do detentor da certificação. Segue abaixo exemplo de um modelo do selo de eficiência energética.

Quer saber mais sobre as informações que a etiqueta de eficiência energética fornece para você? Então, clique aqui!

Se ficar alguma dúvida sobre as novidades da Certificação de Ventiladores, entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Entenda o “Registro de Objeto”. Ele faz parte da certificação?

O que é Registro de Objeto?

De forma simples, para que você entenda, o Registro de Objeto é o número disponibilizado pelo Inmetro após a emissão do certificado e ele vai no selo do seu produto. Esse número de registro, junto ao certificado, autoriza a comercialização do produto em território nacional. Assim que a Brics Certificações emitir o seu certificado, o próximo passo é cadastrá-lo na plataforma Orquestra para conseguir o seu registro. Não sabe como entrar? Calma, vou deixar o link abaixo.

    https://orquestra.inmetro.gov.br/inmetrobcweb/

O que é Sistema Orquestra?

O Sistema Orquestra é a plataforma de gerenciamento de processos online do Inmetro utilizada para solicitar diversos serviços, como acreditações, anuência de importação e claro, o Registro de Objeto. Ah, importante! Para ter acesso ao Orquestra é necessário ter uma conta gov.br, essa mesma conta é utilizada para todos os serviços do Governo. Essa etapa do processo é realizada pelo solicitante da certificação diretamente com o Inmetro. Nós, organismos certificadores, não temos acesso a plataforma. O detentor do registro é o responsável legal pelo produto no mercado nacional. Nos casos de importação por conta e ordem de terceiros, encomenda ou importação direta, a empresa que irá realizar essa operação deve ser cadastrada previamente no Orquestra pelo detentor do Registro como autorizada a realizar a operação de importação, ok?

Como consultar o Registro de Objeto no Inmetro?

Para consultar os Registros de Objetos concedidos pelo Inmetro, vou deixar outro link abaixo.

  http://registro.inmetro.gov.br/consulta/

Na busca por Registros você encontrará quatro condições:

Registro Ativo – O produto pode ser fabricado, importado ou comercializado no mercado sem restrições, desde que observados os critérios estabelecidos nos regulamentos específicos.

Registro Inativo – O produto não pode ser fabricado ou importado, mas será mantida a regularidade dos itens já fabricados ou importador até a data da inatividade.

Registro Suspenso – O produto não pode ser fabricado, importado ou comercializado pelo detentor do registro, sendo mantida a regularidade dos itens já comercializados para o mercado varejista até a suspensão.

Registro Cancelado – O produto não pode ser fabricado, importado ou comercializado no mercado nacional, sendo responsabilidade do detentor do certificado o recolhimento de todos os produtos do mercado.

Então, lembre-se, no começo do seu processo de certificação, sempre pergunte ao comercial que está te atendendo se seu produto precisa de Registro de Objeto. Assim, você vai conseguir planejar o tempo que vai gastar do início do processo de certificação até o deferimento do seu registro.

Agora que você já sabe o que é o Registro de Objeto, onde ele é inserido e o que é a plataforma Orquestra, pegue seu certificado, fotos do produto e faça com calma o preenchimento do sistema. Ele é intuitivo e é um espelho das informações do certificado, mas cada erro, por descuido, pode tornar esse processo mais demorado, pois você terá que aguardar o Inmetro analisar e te apontar o erro para fazer a correção e o prazo acaba se estendendo.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

 

André Klarge
Comercial da Brics Certificações.
Formado em Comunicação e Marketing e em Captação de Recursos, está há 5 anos no comercial da Brics Certificações.

Amortecedores da Suspensão: Funcionamento e Certificação Inmetro

Componentes essenciais para a segurança veicular, os amortecedores são dispositivos utilizados para reduzir ou amortecer oscilações da suspensão durante sua movimentação, mantendo os pneus sempre em contato com o solo, proporcionando maior estabilidade, conforto e segurança.

Neste artigo você vai encontrar informações relevantes sobre o funcionamento dos amortecedores e a importância da certificação compulsória deste componente.

Amortecedores: Como funcionam?

Os amortecedores foram desenvolvidos para controlar e reduzir os movimentos verticais brutos e movimentos de rolagem (transferência de peso) do veículo. Eles fazem parte do sistema de suspensão do veículo, juntamente com as molas e outros componentes que ligam o chassi às rodas do carro. Esses componentes são os responsáveis por intermediar a transmissão de movimento oscilatório, garantindo estabilidade, conforto e controle para o motorista e para os passageiros.

Sem as molas e os amortecedores que permitem a movimentação controlada do sistema de suspensão, o desconforto seria muito grande, principalmente em pisos irregulares. Isso sem falar na vida útil do veículo, que diminuiria muito com os fortes impactos sofridos.

Assim, as molas e os amortecedores trabalham em conjunto. A mola absorve os impactos sofridos pelas rodas e os amortecedores servem para controlar o efeito da mola, de modo que o veículo permaneça estável, evitando oscilações no veículo.

Embora a vida útil de um amortecedor seja bastante longa, sinais de vazamento e excesso de oscilações no veículo indicam que os amortecedores já estão “vencidos”. Lembre-se, é sempre a segurança que está em jogo, além do conforto é claro. O desgaste de um amortecedor é normal com o passar do tempo, pois o constante atrito das peças em movimento, acabam desgastando e criando folga entre as partes móveis que compõem o amortecedor.

Daí a importância de, ao fazer a troca dos amortecedores, verificar se o produto possui certificação.

Amortecedores: Por que certificar?

Todos os amortecedores comercializados no Brasil, fabricados nacionalmente ou importados, devem possuir certificação do INMETRO, pelo fato do amortecedor ser um dos itens de segurança mais importantes do veículo.

O processo de certificação, segundo Portaria Inmetro nº 301/2011, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis, concedendo a empresa fabricante/importadora o selo de segurança do Inmetro.

A BRICS Certificações é um braço do Inmetro e atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado para Componentes Automotivos. Consulte nossos especialistas e tenha um processo de certificação tranquilo, sem sustos e sem surpresas pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

Será um prazer atender você!

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