Ovos de Páscoa: os riscos por trás dos brindes

O Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos ou, simplesmente selo do Inmetro, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis. Isso inclui os brinquedos que acompanham os Ovos de Páscoa, ofertados como brindes. Segundo a Portaria Inmetro nº 321/2009, o selo do Inmetro deverá estar no brinquedo ou na embalagem do brinquedo, e não na embalagem do Ovo de Páscoa.

A certificação de brinquedos, importados ou fabricados nacionalmente, tem por objetivo reduzir possíveis ocorrências de acidentes de consumo envolvendo o produto, bem como prevenir a comercialização de brinquedos inseguros no mercado brasileiro.

Para não colocar em risco a saúde das crianças e escolher de forma segura os Ovos de Páscoa acompanhados de brinquedos, confira algumas dicas:

  • Verifique se na embalagem do produto que contém o brinquedo ofertado como brinde possui os seguintes dizeres: ATENÇÃO: Contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade. Essa é uma informação obrigatória!
  • Verifique ainda se contém uma frase que contemple, conforme for o caso, a restrição de faixa etária do brinquedo ou uma frase que explicite que o brinquedo não apresenta restrição de faixa etária.

Em entrevista a Rádio Nacional de Brasília, Carina Senatore, Executiva Sênior da BRICS e coordenadora da Comissão Técnica Puericultura e Correlatos da Abrac, Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade, alertou para os riscos envolvendo os brinquedos que acompanham os Ovos de Páscoa como brindes voltados às crianças. Leia a matéria completa, acessando: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2021-03/pais-devem-ficar-atentos-ovos-de-chocolate-com-brindes

Caso tenha alguma dúvida, fale com a gente pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Certificação Compulsória ou Voluntária: Quais as diferenças?

O Inmetro é, no Brasil, o órgão responsável pelo estabelecimento de programas de avaliação da conformidade. Avaliar a conformidade de um produto significa verificar se ele é produzido conforme os requisitos mínimos necessários, e garantir que o produto passe por testes laboratoriais e cumpra todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

No Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, existem diferentes mecanismos para verificar a conformidade de um produto, processo ou serviço em relação aos critérios estabelecidos por normas e regulamentos técnicos. Um deles é a Certificação, que pode ser compulsória ou voluntária. A certificação atua como um indicador de sua segurança e confiabilidade para o consumidor, um guia que o leva a fabricantes e distribuidores confiáveis.

Entendendo as Diferenças

As Certificações Voluntárias são aquelas em que a empresa define se deve ou não certificar o seu produto, ou seja, elas não são obrigatórias. Ela não possui qualquer regulamentação oficial pelo Inmetro, sendo baseada em normas técnicas, nacionais ou internacionais. É uma decisão exclusiva do fabricante do produto ou do fornecedor do serviço aderir a essa certificação, o que, de um modo geral, o fazem com o objetivo de garantir a conformidade de processos, produtos e serviços e obter um diferencial qualitativo de credibilidade, agregando assim valor à sua marca.

Possuir o selo de certificação voluntária representa uma importante vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Além disso, a certificação voluntária vem crescendo no mercado internacional, como forma de superar barreiras técnicas ou de acesso a mercados exigentes. É também usada por fabricantes ou importadores, como meio de informar e atrair o consumidor e, consequentemente, aumentar sua participação no mercado. Dependendo do mercado em que a empresa atua, ter um produto com o selo de identificação de conformidade pode significar a diferença entre vender ou não vender. Assim, o mercado, comprometido com a qualidade através da certificação voluntária, beneficia fabricantes, comércio e consumidor.

Diferentemente, as Certificações Compulsórias, ou seja, obrigatórias, são regulamentadas por lei ou portaria, cujo objetivo é regular a fabricação e comercialização de um produto levando em consideração questões de saúde, segurança e meio ambiente. O INMETRO é responsável por fiscalizar as empresas no cumprimento dessas leis ou portarias. Assim, a certificação compulsória é aquela em que um regulamento determina que a empresa só pode produzir/comercializar um produto depois que ele estiver certificado. Nessa situação, uma portaria do Inmetro irá definir os requisitos obrigatórios a serem seguidos por todas as empresas que produzem, importam ou comercializam um determinado produto, bem como os prazos que a empresa terá para se adequar ao regulamento.

Lembre-se: A Certificação do Produto, seja ela compulsória ou voluntária, indica que a empresa tem confiança em seu produto e se preocupa com a segurança do cliente.

BRICS está acreditada desde 2013 pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação – CGCRE/INMETRO), e desde então já certificou milhares de produtos, garantindo conformidade e segurança para os consumidores brasileiros. A lista de escopos atendidos pela BRICS pode ser consultada aqui, bem como suas Portarias aplicáveis.

Quer Certificar seu Produto ou seu Sistema de Gestão?  Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Luvas: Fim da vigência da Portaria 102/2020

A Portaria Inmetro Nº 102, de 20/03/2020, suspendeu a compulsoriedade da certificação de suprimentos médico-hospitalares estabelecidos para o enfrentamento da COVID-19, inclusive Luvas Cirúrgicas e de Procedimento Não Cirúrgico (Art. 1º), Luvas de Proteção Contra Agentes Biológicos (Art 2º) e também Equipamentos de Proteção Individual – EPI (Art 3º). O prazo da vigência desta resolução foi de 12 meses contados a partir de sua publicação.

No intuito de compartilhar com vocês as atualizações referentes a certificação Inmetro para Luvas Cirúrgicas e de Procedimento Não Cirúrgico, e considerando as ações extraordinárias do Inmetro e Anvisa frente ao período de pandemia que estamos vivendo, informamos que a suspensão da certificação compulsória não será renovada, sendo seu prazo findado em 20/03/2021.

Assim, os processos de certificação que foram interrompidos em função da publicação da referida portaria, devem ser retomados, daqui para frente, considerando-se apenas as etapas restantes até o vencimento do certificado. Para aquele que desejarem importar ou fabricar, é necessário que regularize a sua situação o quanto antes.

Para mais informações, contate a nossa equipe comercial pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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O que são Modelos de Certificação?

A melhor forma de assegurar a qualidade e a segurança das mercadorias aos consumidores é através da certificação. Seja voluntária ou compulsória, vários modelos são estabelecidos, visto a diversidade de produtos e serviços. Para estabelecer estes parâmetros, o Brasil conta com a regulação do Inmetro, que leva em consideração normas nacionais e internacionais.

A certificação de produtos, processos, serviços, sistemas de gestão e pessoal é, por definição, realizada por uma terceira parte, isto é, por uma organização independente, acreditada pelo Inmetro, para executar a avaliação da conformidade de um ou mais destes objetos. Ao acreditar um organismo de certificação, o Inmetro o reconhece competente para avaliar um objeto, com base em regras preestabelecidas, na maior parte das vezes, pelo próprio Inmetro.

A BRICS Certificações está acreditada desde 2013 pelo Inmetro como OCP (Organismo de Certificação de Produtos) e desde 2018 como OCS (Organismo de Certificação de Sistemas de Gestão), já certificou milhares de produtos desde então, garantindo qualidade e segurança para os consumidores brasileiros.

Modelos de Certificação de Produtos e Sistemas de Gestão:

Ensaios laboratoriais são necessários para se obter a Certificação de Produtos pelo Inmetro.

Produtos:

Dependendo do produto, do processo produtivo, das características da matéria-prima, de aspectos econômicos e do nível de confiança necessário, entre outros fatores, determina-se o modelo de certificação a ser utilizado. Os Modelos de Certificação determinam critérios confiáveis e aceitos por todas as partes interessadas, sendo eficazes quando administrados de forma imparcial, e dão confiança de que o produto satisfaz as exigências definidas pelo Inmetro.

Os modelos mais utilizados são:

Modelo de Certificação 1a – Avaliação única. Nesse modelo, uma ou mais amostras do produto são submetidas a atividades de avaliação da conformidade, que podem consistir em ensaio, inspeção, avaliação de projeto, avaliação de serviços ou processos, etc. Esse modelo não contempla a etapa de manutenção. A avaliação da conformidade do objeto é efetuada uma única vez, e os itens subsequentes de produção não são cobertos pelo Certificado da Conformidade emitido.

Modelo de Certificação 1b – Ensaio de lote. Esse modelo envolve a certificação de um lote de produtos. O número de unidades a serem ensaiadas pode ser uma parcela do lote, coletada de forma aleatória, ou até mesmo, o número total de unidades do lote (ensaio 100%). O Certificado de Conformidade é restrito ao lote certificado.

Modelo de Certificação 2 – Avaliação inicial consistindo de ensaios em amostras retiradas no fabricante, seguida de avaliação de manutenção periódica através de coleta de amostra do produto no mercado. As Avaliações de Manutenção têm por objetivo verificar se os itens produzidos após a atestação da conformidade inicial (emissão do Certificado da Conformidade) permanecem conformes.

Modelo de Certificação 3 – Avaliação inicial consistindo de ensaios em amostras retiradas no fabricante seguida de avaliação de manutenção periódica através de coleta de amostra do produto na fábrica. As Avaliações de Manutenção têm por objetivo verificar se os itens produzidos após a atestação da conformidade inicial (emissão do Certificado da Conformidade) permanecem conformes. A manutenção pode incluir a avaliação periódica do processo produtivo.

Modelo de Certificação 4 – Avaliação inicial consistindo de ensaios em amostras retiradas no fabricante seguido de avaliação de manutenção periódica através de coleta de amostras do produto na fábrica e no comércio, combinados ou alternadamente, para realização das atividades de avaliação da conformidade. As Avaliações de Manutenção têm por objetivo verificar se os itens produzidos após a atestação da conformidade inicial (emissão do Certificado da Conformidade) permanecem conformes. A manutenção pode incluir a avaliação periódica do processo produtivo.

Modelo de Certificação 5 – Avaliação inicial consistindo de ensaios em amostras retiradas no fabricante, incluindo auditoria do Sistema de Gestão da Qualidade, seguida de avaliação de manutenção periódica através de coleta de amostra do produto na fábrica e/ou no comércio, para realização das atividades de avaliação da conformidade. As Avaliações de Manutenção têm por objetivo verificar se os itens produzidos após a atestação da conformidade inicial (emissão do Certificado da Conformidade) permanecem conformes. A manutenção inclui a avaliação periódica do processo produtivo, ou a auditoria do SGQ, ou ambos.

Modelo de Certificação 6 – Avaliação Inicial consistindo de auditoria do Sistema de Gestão da Qualidade ou inspeções, seguida de manutenção periódica. Esse modelo é aplicável, principalmente, para a certificação de serviços e processos. As Avaliações de Manutenção incluem a auditoria periódica do SGQ e avaliação periódica do serviço ou processo.

A Certificação dos Sistemas de Gestão atesta a conformidade do sistema de gestão das empresas em relação a requisitos normativos.

Sistemas de Gestão:

A Certificação dos Sistemas de Gestão atesta a conformidade do sistema de gestão das empresas em relação a requisitos normativos. Os sistemas clássicos são os sistemas de gestão da qualidade, certificados com base em critérios estabelecidos pela norma NBR ISO 9001, e os sistemas de gestão ambiental, certificados conforme as normas da série NBR ISO 14001. Mais recentemente, destacam-se a publicação da NBR ISO 22000, voltada para a área de alimentos, NBR 16001, que tem foco na Responsabilidade Social das empresas, NBR ISO 31000, Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes e a da NBR 27001, para sistemas de Gestão da Segurança da Informação.

Há, no entanto, outros sistemas de gestão, também passíveis de certificação, oriundos de iniciativas setoriais, como os sistemas baseados em normas do setor automobilístico ou de telecomunicações, como a QS 9000, AVSQ 94 e TL 9000.

A filosofia das normas de gestão é, em geral, a de induzir à organização por processos, enfatizando as ações de prevenção de defeitos. No entanto, as normas de sistemas de gestão não ditam qual o produto a ser produzido ou como produzi-lo, mas apenas como estruturar os sistemas de gestão da organização, de forma a assegurar a repetitividade dos resultados obtidos, no que diz respeito, em particular, ao parâmetro qualidade.

As normas ISO 9001 e ISO 14001 são apenas as referências normativas para o processo de certificação. A responsabilidade pela certificação é do organismo acreditado e do organismo acreditador e não da ISO.

Caso resida alguma dúvida sobre o tema, ou se desejar saber qual o modelo de certificação que seu produto ou serviço está sujeito e como conduzir o processo de maneira mais célere e efetiva, entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Lei da Cadeirinha – O que muda a partir de 2021?

Em atividade no país desde 2008, a “Lei da Cadeirinha” define as obrigatoriedades para transportar bebês e crianças de até (ou igual) a dez anos em automóveis. A atual legislação, que é a Resolução n° 277, de 2008, do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), e que permanece em vigor até março de 2021, regulamenta sobre cada faixa etária e sobre os DRC (Dispositivo de Retenção para Crianças, comumente conhecida como cadeirinhas) que devem ser usados da seguinte forma:

Crianças com até um 1 ano de idade: devem usar bebê conforto ou conversível instalado de costas para o banco dianteiro e utilizar o cinto de segurança do veículo.

Crianças entre 1 e 4 anos: devem utilizar a cadeirinha voltada para a frente do veículo e usarem o cinto da própria cadeirinha. O cinto de segurança do veículo deve ser usado para deixar a cadeirinha presa ao assento traseiro.

Crianças de 4 até 7 anos e meio: o assento deve ser um banco de elevação (assento de elevação ou booster) voltado para a frente do veículo, além do cinto de segurança de três pontos;

Crianças de 7 anos e meio até 10 anos: devem sentar-se no banco traseiro e com cinto de segurança de três pontos.

O que muda com a NOVA LEI

O Projeto de Lei 3.267/19, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, incluindo a Lei da Cadeirinha, foi sancionado e passa a valer a partir de abril de 2021. Uma das mudanças é que crianças entre 4 e 10 anos que não atingiram 1,45 metro de altura, devem usar o assento de elevação voltado para a frente do veículo e estarem presas com o cinto de segurança de três pontos do próprio carro.

Com a modificação não basta apenas a faixa etária, mas também a altura. Antes da criança atingir 1,45 m de altura, o cinto de segurança do veículo não passa em seu ombro e sim, em seu pescoço, o que pode causar graves lesões em caso de acidente.

A penalidade prevista para o descumprimento dessa obrigatoriedade continua sendo a multa de R$ 293,47 e atribuição de 7 pontos à CNH. Além disso, a Resolução não fará mais parte do CONTRAN e passará a integrar o Código Brasileiro de Trânsito.

Outra informação importante diz respeito ao transporte de crianças em motos. Até março de 2021, a lei antiga prevê que a idade mínima para transporte na garupa de motos é 7 anos. Mas a partir de abril de 2021, apenas as crianças com mais de 10 anos podem ser transportadas dessa forma.

O uso dos dispositivos de retenção veicular é a única forma de garantir a segurança dos pequenos em automóveis. Esses equipamentos, além de serem obrigatórios, são essenciais para evitar acidentes de trânsitos com as crianças.

Por isso, pais, familiares e responsáveis não devem abrir mão do uso do bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação e cinto de segurança em hipótese alguma. Uma atitude salva vidas.

Fale com a BRICS!

Após entender sobre a Nova Lei da Cadeirinha, outro ponto relevante é observar se os Dispositivos de Retenção para Crianças (DRC) estão certificados. Afinal, os DRCs são produtos de certificação obrigatória, conforme definido na Portaria Inmetro nº 466/2014, e a certificação tem como foco a segurança, visando à prevenção de acidentes.

Clique aqui e saiba mais sobre a certificação de DRC baixando “Cartilha de Certificação de DRC “.

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10 curiosidades sobre o Ano Novo Chinês

Hoje, dia 12 de fevereiro de 2021, comemora-se o Ano Novo Chinês. Esse período é um dos mais importantes para a sociedade chinesa, pois eles fazem uma pausa no trabalho para festejar com a família.

Os primeiros registros sobre a comemoração do Ano Novo Chinês têm aproximadamente 2.000 anos. Essa tradição foi sendo moldada através de lendas, histórias e hábitos. O rito de passagem de ano tem início semanas antes, os chineses costumam limpar seus lares para afastar os maus espíritos.

Listamos abaixo 10 curiosidades sobre esse festival:

1. A data do festival muda a cada ano.
Isso ocorre porque ele segue o calendário lunar, baseado no movimento da lua. Normalmente, cai em um dia entre meados de janeiro e meados de fevereiro. Em 2021, o Ano Novo Chinês é comemorado hoje, dia 12 de fevereiro.

2. É também chamado de Festival da Primavera.
O festival geralmente acontece após o termo solar de Li Chun (Início da Primavera), sendo assim também conhecido por esse nome.

3. O Ano Novo Chinês inicia o ano do zodíaco de um novo animal.

Na China, cada ciclo lunar tem 60 anos, formado por 5 pequenos ciclos de 12 anos. Cada um destes 12 anos é definido por um signo animal: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Cobra, Cavalo, Ovelha, Macaco, Galo, Cão e Porco. 2021 é o ano do boi e 2022 é o ano do tigre.

4. A celebração dura 15 dias até o Festival das Lanternas.
O pico de toda a celebração é na véspera do Ano Novo chinês e no primeiro dia do ano novo lunar. O 15º dia é denominado Festival das Lanternas, marcando o fim da comemoração.

5. Um sexto das pessoas do mundo o comemora.
O Ano Novo Chinês não é apenas comemorado na China Continental, mas também observado em Hong Kong, Taiwan, Vietnã, Cingapura e alguns outros países asiáticos, bem como em comunidades chinesas em todo o mundo.
Nos últimos anos, as comemorações em Nova York, Londres, Vancouver, Sydney e outras cidades estrangeiras se espalharam até mesmo para fora dos bairros chineses. O Ano Novo Chinês se tornou um dos festivais mais celebrados do mundo.

6. É o feriado público mais longo e todo o país está em movimento.
A maioria dos trabalhadores chineses tem 7-12 dias de folga do trabalho e os alunos têm um mês de férias de inverno. O feriado do Ano Novo Chinês de 2021 vai de 11 a 17 de fevereiro.
Não importa onde estejam, as pessoas fazem o possível para voltar para casa para uma reunião de família, assim como os ocidentais que tentam passar o Natal com suas famílias. Enquanto isso, algumas famílias viajam juntas durante o feriado. Isso constitui a maior migração anual do mundo, conhecida como “Corrida de Viagens do Festival de Inverno (Spring Festival Travel Rush)”. O total de viagens feitas de avião, trem, ônibus e navio pode chegar a quase 3 bilhões.

7. O jantar de reunião é um ritual.
O jantar de reunião na véspera do Ano Novo Chinês é uma grande festa para comemorar o ano passado. Este é o momento mais importante para estar com as famílias.
Após o jantar de reunião, as famílias usualmente sentam-se juntas para assistir à transmissão da Gala de Ano Novo da CCTV (rede de TV estatal chinesa) enquanto conversam. Por ser o programa de TV mais assistido, a Gala reúne diversas performances bem selecionadas, voltadas para públicos de diferentes gerações.

8. Em seguida, vem a maior queima anual de fogos de artifício do planeta.
Os fogos de artifício são parte indispensável da festa do Festival da Primavera. Todas as famílias soltaram fogos de artifício para celebrar o festival. O maior show de fogos de artifício é na véspera do Ano Novo Lunar.

9. A decoração da celebração é principalmente em vermelho.
As casas são decoradas com faixas vermelhas decoradas com frases do Festival da Primavera, lanternas vermelhas e recortes de papel vermelho; as ruas da cidade são iluminadas por lanternas vermelhas; e muitas pessoas estão vestidas de vermelho. Isso ocorre porque o vermelho na cultura chinesa é o símbolo de felicidade, riqueza e prosperidade, e pode afastar os maus espíritos e trazer boa sorte. Essas decorações vermelhas estão para o festival como as árvores de Natal com enfeites estão para o Natal.

10. “Guo Nian Hao” é uma das saudações mais utilizadas.
“Guo Nian Hao” significa “Feliz Ano Novo”. É como os ocidentais dizendo “Feliz Natal” uns aos outros no dia de Natal.
Por que a festa também é chamada de “Guo Nian”? “Nian” é a palavra chinesa para ano. Na cultura folclórica, a celebração do Festival da Primavera também é chamada de “Guo Nian” (que significa “passar um ano”). Em uma história do Ano Novo chinês, “Nian” é um monstro feroz e cruel que come gado e crianças, mas tem medo da cor vermelha e do som de estouros e explosões. Portanto, as pessoas usam decorações vermelhas e fogos de artifício para afastar “Nian”.

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A BRICS deseja Guo Nian Hao para todos os seus parceiros e clientes!

Eletrodomésticos decorados com imagens infantis, podem ser certificados?

Aparelhos eletrodomésticos facilitam a vida. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que na cozinha, onde esses aparelhos economizam tempo e esforço das pessoas todos os dias.

Por conta dessa comodidade, hoje em dia existe uma enorme gama de eletrodomésticos, para as mais diversas conveniências (utilidades) e para os mais diversos gostos e, para serem seguros, os eletrodomésticos devem ser certificados de acordo com a Portaria Inmetro nº 371/2009, que tem como um de seus pilares a Norma Internacional IEC 60335-1.

Mas você sabia de acordo com o item 22.44 dessa norma internacional, aparelhos eletrodomésticos não podem ter uma forma lúdica, ou seja, não podem ter características que remetam ao mundo infantil, como por exemplo, serem fabricados em formato de animais, de pessoas ou de personagens infantis? E ainda, mesmo que o formato não seja infantil, os aparelhos não podem receber nenhum tipo de decoração que lembre o mundo infantil, como por exemplo, adesivos de personagens ou animais.

Conclusão:

Todo e qualquer produto eletrodoméstico caracterizado com quaisquer tipos de decorações ou formatos lúdicos e/ou que representem personagens ou figuras infantis, não podem ser certificados pela portaria Inmetro nº 371/2009 e portanto, não podem ser fabricados, comercializados ou importados para venda no Brasil, ficando os produtos que desrespeitarem essa regra, sujeitos a punições pela Lei nº 9.933/1999 e pela Lei nº 8.078/1990, mais conhecida como Código de Defesa do Consumidor.

Consulte a nossa página, e veja se seu produto está enquadrado na Portaria Inmetro  nº 371/2009.

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Projeto Você Também: Boas Ações que fazem a diferença!

Não importa quão grande ou pequeno, boas ações sempre têm um impacto positivo.

Hoje vamos falar de um projeto que tem levado alegria e esperança para moradores carentes de São Paulo. Trata-se do Projeto Você Também,  que tem como fundadores Carla Nicino, Tenilson Amaral e Gabriela Nicino.

Missão, Visão e Objetivo:

MISSÃO, o OBJETIVO e a VISÃO do projeto estão definidos e impregnados no trio.

  • O OBJETIVO de sempre ajudar a quem precisa, sem olhar a quem;
  • A VISÃO de buscar mais parcerias e aliados;
  • E, a MISSÃO de matar a fome de quem tem, alimentar esperanças e ajudar nem que seja só com palavras.

Projeto Você Também – Algumas Fotos:

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Como tudo começou:

Mesmo antes da formalização do projeto, os fundadores, por conta própria ou integrando-se em outros grupos, já praticavam as atividades de arrecadar roupas, entregar lanches na rua, executar campanhas de arrecadação e montagem de cestas básicas de alimentos e as tradicionais sacolinhas de Natal para crianças carentes. Vejamos um breve histórico de ações:

2000 – Antes do início dos anos 2000, Carla integrava grupos de benfeitorias, fazendo entrega de marmitas e lanches para moradores de rua.  “Coisas de jovens idealistas”;

2012 – Foi o início de um trabalho mais estruturado de preparação de sacolinhas de Natal para um centro espírita, que ajudava as comunidades carentes. Sem deixar de contribuir na entrega dos lanches de rua, ia em frente, envolvendo outros, inclusive amigos e familiares.  “O reconhecimento das pessoas beneficiadas, os sorrisos nos lábios a cada entrega motivavam ainda mais e davam incentivos a crescer mais, a aumentar os horizontes” diz Carla.

2018 – Veio um primeiro revés. Por questões burocráticas, o centro espírita suspendeu a entrega das sacolinhas. A saída foi ir adiante por conta própria, sem um respaldo formal. Deu certo, mas era difícil.

2019 – Criada uma parceria com uma creche da cidade de Guarulhos-SP, que dava um suporte para definir os carentes a quem distribuir as sacolinhas de Natal. Já nesse ano, essa parceria atingia 1.400 sacolinhas que foram doadas com muito sucesso a crianças carentes.

Janeiro de 2020 – O Projeto Você Também foi configurado e oficialmente nomeado em janeiro de 2020, depois do sucesso do final de ano de 2019, Carla, Tenilson e Gabriela decidiram que poderiam ampliar os horizontes passando a coordenar grupos maiores, ao invés de permanecerem como coadjuvantes ou empreendedores solitários. Era hora de crescer. De usar mais as redes sociais e através delas também buscar um leque maior de participantes e doadores.

Março de 2020 – Surge a COVID-19. Os carentes estão nas ruas e a maioria dos voluntários recolhidos em suas casas. As arrecadações caem intensamente. A mão de obra para distribuição também. Mesmo assim, durante os meses de isolamento, mais de 600 cestas básicas foram montadas e distribuídas seguindo todos os protocolos de segurança recomendados.

Chegava o final do ano de 2020 e…

Final de 2020 – Mesmo com todos os desafios, a pandemia ainda presente, as dificuldades das contribuições e até das creches fechadas, a ordem era montar as sacolinhas. Decidimos, então, atender comunidades carentes. Favelas. E, num instante, tínhamos 1.300 crianças disponíveis, prontas para receber seus brindes e roupas. Boa parte delas em área extremamente carente, nos mangues da cidade de São Vicente-SP.

Felizmente conseguimos uma significativa doação de brinquedos novos da BRICS. Conseguimos também uma doação de um final de semana em uma linda casa em UBATUBA, que foi transformada numa rifa e com o arrecadado conseguimos montar cestas básicas de alimentos para os pais dessas crianças. Mais doações individuais, daqui e dali, e 650 cestas básicas puderam ser montadas e enviadas. Eram tantas cestas e sacolinhas, mais doações de roupas usadas que até caminhão para transporte foi necessário. Sucesso total!

Ao final, toda a equipe e voluntários estão esgotados de tanto trabalho e, em contrapartida, imensamente felizes pelos resultados obtidos.

Chegou 2021. E Agora?

“Queremos mais. Queremos inovar mais. Queremos duplicar ou até triplicar o amor que conseguimos espalhar. Precisamos de mais voluntários. Precisamos nos organizar para o mês a mês e para a apoteose do Natal/21. Precisamos de parceiros que queiram encher corações de esperança e fé.” diz Carla.

Como Ajudar:

Para ajudar o Projeto Você Também, através de doações ou sendo voluntário, entre em contato através do Instagram: @proj.voce.tambem

A BRICS apoia esta causa!

Utilizando a ISO 9001:2015 como modelo de Planejamento Estratégico

Apesar de muitos hoje em dia ainda relacionarem a ISO 9001 com papelada, burocracia e auditores interrogando sobre controles de documentos, uma implementação eficaz da norma traz para as empresas uma estrutura sobre a qual elas podem construir suas estratégias de negócios.

Se você é uma das muitas pequenas e médias empresas que ainda não têm um planejamento estratégico, mas reconhece a necessidade de uma abordagem mais estruturada, pode considerar o uso da ISO 9001 como seu trampolim. Vou demonstrar a seguir como.

O que é uma estratégia?

O termo “Planejamento Estratégico” implica o emprego de uma “estratégia”, então, para que não presumamos que todos realmente saibam o que uma estratégia significa em seu sentido comercial mais amplo, vamos aqui entendê-la.

A ISO 9000:2015 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Fundamentos e Vocabulário define estratégia como: Plano para alcançar um objetivo geral ou de longo prazo (3.5.12). Ampliando um pouco mais a visão, Planejamento estratégico consiste em integrar as atividades da organização e utilizar e alocar os recursos limitados dentro do seu ambiente de modo a cumprir seus objetivos.

Ao planejar uma estratégia, é essencial considerar que as decisões e qualquer ação realizada pela organização provavelmente provocará uma reação nas pessoas afetadas – concorrentes, clientes, funcionários ou fornecedores. A estratégia deve, além de tornar claro os objetivos, levar em consideração a incerteza dos eventos e o comportamento provável ou real dos outros.

Como a ISO 9001 pode ajudar?

A ISO 9001:2015 pode ajudá-lo a criar e implementar o Planejamento Estratégico da sua empresa. Seguem abaixo as cláusulas da norma relacionadas ao tema e comentários meus que buscam auxiliar você na criação e implementação do seu Planejamento Estratégico:

Cláusula 4.1 – A organização deve determinar questões externas e internas que sejam pertinentes para o seu propósito e para seu direcionamento estratégico e que afetem sua capacidade de alcançar o(s) resultado(s) pretendido(s) de seu sistema de gestão da qualidade.

Comentários: O contexto organizacional é a base do Planejamento Estratégico, é necessário conhecer bem onde se está para se definir como e onde se quer chegar.  Em adendo a esta cláusula, deve-se avaliar a 4.2 – Entendendo as necessidades e expectativas das partes interessadas.

Cláusula 5.2 – A Alta Direção deve estabelecer, implementar e manter uma política da qualidade que seja apropriada ao propósito e ao contexto da organização e apoie seu direcionamento estratégico.

Comentários: As interações das empresas com seus clientes não são as únicas relevantes, é preciso considerar a empresa em um meio composto por sociedade, órgãos reguladores, seus próprios colaboradores, fornecedores, governos, entidades, etc. A política da qualidade tem que ser apropriada a essas expectativas e interações.

Cláusula 6.2.1 – A organização deve estabelecer objetivos da qualidade nas funções, níveis e processos pertinentes necessários para o sistema de gestão da qualidade.

Os objetivos da qualidade devem:

a) ser coerentes com a política da qualidade;
b) ser mensuráveis;
c) levar em conta requisitos aplicáveis;
d) ser pertinentes para a conformidade de produtos e serviços e para aumentar a satisfação do cliente;
e) ser monitorados;
f) ser comunicados;
g) ser atualizados como apropriado.

A organização deve manter informação documentada sobre os objetivos da qualidade.

Comentários: Além de determinar processos e responsabilidades, é importante aqui definir indicadores que realmente contribuam para uma avaliação de desempenho eficaz, e não que estejam lá apenas para cumprir os requisitos da norma.

Cláusula 6.2.2 – Ao planejar como alcançar seus objetivos da qualidade, a organização deve determinar:

a) o que será feito;
b) quais recursos serão requeridos;
c) quem será responsável;
d) quando isso será concluído;
e) como os resultados serão avaliados.

Comentários:  Todos os envolvidos devem entender o seu papel nos processos e estar comprometidos com as metas da organização. Convém definir metas para todos os processos junto aos seus gestores/ líderes e com planejamentos estruturados de como atingi-las (ações, recursos, responsáveis e prazos).

Cláusula 9.3.1 – A Alta Direção deve analisar criticamente o sistema de gestão da qualidade da organização, a intervalos planejados, para assegurar sua contínua adequação, suficiência, eficácia e alinhamento com o direcionamento estratégico da organização.

Comentários: O papel dos líderes, gestores e é essencial para assegurar que ações implementadas permaneçam alinhadas com o que foi planejado. Sem o comprometimento da Alta Direção, dificilmente os objetivos da organização serão alcançados.

Conclusão:

Pelo que foi apresentado, podemos dizer que a estrutura fornecida pela ISO 9001:2015 pode ser usada pelas organizações para o Planejamento Estratégico, mas quando a direção rejeita o SGQ como modelo de planejamento estratégico e toma decisões intuitivas, a ISO 9001:2015 não pode abordar ou contribuir no processo de planejamento estratégico, correndo o risco de se tornar apenas uma papelada burocrática que não contribuirá para o crescimento da organização.

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Sucesso sempre!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001/22000. Possui experiência em criação de canais de distribuição de produtos, planejamento estratégico e desenvolvimento de negócios, implantação de Sistemas de Gestão de Qualidade e desenvolvimento de competências profissionais.

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