Secadores de cabelo podem causar problemas de audição?

Todos nós sabemos que um ruído alto, especialmente durante longos períodos de tempo, pode causar problemas de audição. No entanto, poucos sabem que a duração da exposição e a frequência com que essa exposição ocorre também desempenham um papel importante na perda auditiva.

Esses ruídos, chamados de poluição sonora, podem causar além de surdez, distúrbios no sono, estresse, ansiedade, falta de concentração, dores de cabeça, distúrbios digestivos e até aumento da agressividade.

Os níveis de ruído são medidos em decibéis (dB). Quanto mais alto o nível de decibéis, mais alto é o ruído. Sons com mais de 85 dB podem ser extremamente nocivos para a nossa audição.

Para um secador de cabelo, o som que ele produz, em média, se enquadra na categoria “Muito alto” da tabela da ASHA – American Speech-Language-Hearing Association, que identifica a quantidade de ruído (em decibéis) e o seu efeito em nós. Veja abaixo:

NÍVEIS DE RUÍDO (~ dB)

Concluímos que embora existam emissões sonoras mais altas, é importante estar ciente dos perigos envolvidos na exposição ao ruído dos secadores de cabelo, uma vez que é algo que a maioria das pessoas não identifica como alto, mas que pode causar danos a audição.

Como escolher o seu secador de cabelo?

Selo Ruído: O selo colorido classifica os decibéis de 1 (mais silencioso) a 5 (menos silencioso) e deve estar colado na embalagem para informar ao consumidor a potência sonora do produto.

Pensando na segurança dos consumidores, o Inmetro e o Ibama criaram o Selo Ruído, parte do Programa Silêncio, que tem como objetivo combater a poluição sonora do país, orientar o consumidor na hora de escolher eletrodomésticos mais silenciosos, estimular os fabricantes a produzirem produtos com níveis de ruídos cada vez menores e melhorar a saúde do cidadão.

Atualmente, o Selo deve ser encontrado em aspiradores de pó, secadores de cabelo e liquidificadores. Deve estar colado no produto ou em sua embalagem, para que na hora da compra, você possa escolher aquele que tenha o menor nível de potência sonora. Assim, fica fácil comparar os modelos e escolher qual o melhor para você.

Classificação dos níveis de Potência Sonora

Tabela A.E.I.2: Classificação do nível de potência sonorapara secadores de cabelo.

A BRICS Certificações atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e concede aos fabricantes e importadores o Selo Ruído. A OCP lembra aos consumidores que, segundo a classificação do nível de potência sonora para secadores de cabelo, constante na Tabela A.E.I.2 da Portaria Inmetro 430/2012, para receber a melhor avaliação no Selo Ruído, o secador de cabelo não pode exceder 78 decibéis.

O Selo Ruído é só indicativo, não obriga a indústria a produzir aparelhos menos barulhentos. Mas com certeza, quanto melhor barulho, melhor para o usuário. Por isso, na próxima vez que estiver buscando um secador de cabelo, fique atento a embalagem do produto e confira esta informação.

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Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001/22000. Ajuda empresas e profissionais da qualidade a simplificarem seus processos, contribuindo com tecnologia e conteúdo.

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Preservação da Camada de Ozônio e o Arla 32!

Hoje, 16 de setembro, é comemorado o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, mesma data em que alguns países assinaram o Protocolo de Montreal em 1987. O principal objetivo dessa celebração é a conscientização sobre a importância dessa camada e as formas para evitar a sua destruição. Neste mesmo dia também é comemorado o Dia Nacional do Caminhoneiro, decretado através da lei nº 11.927, de 17 de abril de 2009.

O ozônio (O3) é um dos gases que compõe a atmosfera e cerca de 90% de suas moléculas se concentram entre 20 e 35 km de altitude, região denominada Camada de Ozônio. Sua importância está no fato de ser o único gás que filtra a radiação ultravioleta do tipo B (UV-B), nociva aos seres vivos, provocando danos à visão, envelhecimento precoce, supressão do sistema imunológico e desenvolvimento de câncer de pele (Fonte: MMA-Ministério do Meio Ambiente).

Uma das formas de evitar a destruição dessa camada é pelo uso de Arla 32 certificado. O Arla 32 é um composto químico, injetado no sistema de escapamento dos veículos que possuem tecnologia SCR (Redução Catalítica Seletiva) para a redução da emissão de óxidos de nitrogênio (NOx). O óxido de nitrogênio é um gás poluente com ação altamente oxidante que contribui na degradação da camada de ozônio.

Assim, o Arla 32 ao transformar os óxidos de nitrogênio em vapor de água e gás nitrogênio, inofensivos para a saúde humana, contribui diretamente para a redução das emissões dos poluentes emitidos pelos motores e é capaz de reduzir em 98% as emissões de óxidos de nitrogênio, melhorando a qualidade do ar e reduzindo o efeito estufa.

Viu como o Arla 32 é importante para o meio ambiente e para preservação da Camada de Ozônio? Por isso ao comprar Arla para o seu veículo ou sua frota, não deixe de verificar se ele possui o selo do Inmetro!

Procure este selo:

 

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Caso resida alguma dúvida sobre o tema, entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Massa de Modelar – Esclarecimento sobre a Portaria Inmetro nº 217/2020

De acordo com um ofício recebido neste último mês pela Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (ABRAC), o Inmetro deu instruções quanto a migração referente a massa de modelar, que deixa de pertencer ao escopo de artigo escolar e passa a ser considerada no escopo de brinquedo. As principais orientações quanto a migração seguem abaixo:

  1. Com a publicação da Portaria Inmetro nº 217/2020, complementar a Portaria Inmetro nº 563/2016, massas de modelar são consideradas brinquedo, em todas as suas versões.
  2. Hoje, com essa mudança, todos os modelos de massa de modelar são escopo da Portaria nº 563, ou seja, brinquedo. Destacamos, porém, que a obrigatoriedade de fabricantes nacionais e importadores de colocar no mercado nacional as massas de modelar – que foram inseridas no escopo de brinquedos com a Portaria nº 217/2020 – certificadas como brinquedo, começa a valer em 01 de janeiro de 2022.
  3. Durante esse período de transição, existem três possibilidades de atendimento à regulamentação para massa de modelar:
    • O fornecedor abrir um novo processo de certificação, dessa vez como brinquedo;
    • Enquanto não estiver vencido o primeiro prazo determinado pela Portaria nº 217 – 31 de dezembro de 2021, todas aquelas massas de modelar que estiverem sido produzidas após a publicação da Portaria, poderão estar no mercado sem a certificação e sem o Selo de Identificação do Inmetro;
    • O fornecedor usufruir da flexibilização até o fim de 2020, concedida com a publicação da Portaria Inmetro nº 111/2020, e sua complementar, Portaria Inmetro nº 225/2020, que aprova condições extraordinárias para a realização das atividades de avaliação da conformidade durante a pandemia do coronavírus (Covid-19) até 31 de dezembro de 2020, de acordo com o Art. 5º, parágrafos 3º e 4º.

4. Ressaltamos, ainda, que aquelas massas de modelar produzidas antes da data de publicação da Portaria nº 217, em 24 de junho de 2020, podem estar no mercado com o Selo e Registro de Artigo Escolar e no sistema Orquestra constará registro inativo (Portaria nº 258/2020), não necessitando mais de manutenção. Porém, novos registros para o produto massa de modelar não mais poderão ser concedidos como artigo escolar após a data de publicação da portaria supracitada.

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Material Escolar: atenção aos riscos envolvidos

Nesses tempos de pandemia, temos observados os milhões de estudantes que assistem suas aulas e fazem seus deveres em casa, forçados pelo isolamento social imposto. E foram esses momentos de isolamento que nos levaram a observar com mais cuidado os materiais escolares utilizados por nossos filhos que, embora aparentem não oferecer riscos, são potencialmente perigosos quando não devidamente produzidos.

Vocês sabiam quantos riscos estão embutidos nas tampas das canetas que podem ser engolidas? E o que dizer então das tintas guache usadas nos trabalhos de artes? E como um simples estojo pode machucar nossos pequenos?

Foi pensando nesses riscos que o Inmetro definiu que os artigos escolares comercializados no país têm de atender a requisitos mínimos de segurança para o consumidor, tendo em vista que seus principais usuários são crianças. Foi definido na Portaria Inmetro nº 481/2010 quais são esses requisitos e como o consumidor pode saber se o produto que está adquirindo é ou não seguro para o uso.

Assim, recomendamos que os pais comprem apenas materiais escolares que contenham o Selo de segurança do INMETRO afixado na embalagem ou diretamente no produto; observem a faixa etária de indicação do produto, visto que o símbolo de restrição da faixa etária é importante para verificar se o material escolar é adequado a idade do seu filho; exijam sempre a nota fiscal, que é a comprovação de origem do produto; não comprem artigos escolares no mercado informal, visto que não há garantia de procedência e os produtos podem não atender às condições mínimas de segurança.

A BRICS Certificações atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e desde 2013 já certificou milhares de produtos, garantindo qualidade e segurança para os consumidores brasileiros. O nosso Selo de Certificação de Segurança de Artigos Escolares garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

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A Importância das Auditorias

A ISO 19011 define auditoria como “Processo sistemático, documentado e independente para obter evidência de auditoria e avaliá-las, objetivamente, para determinar a extensão na qual os critérios de auditoria são atendidos”. Saindo um pouco da linguagem técnica, podemos dizer que as auditorias, especificamente as realizadas para comprovar a conformidade com normas ISO, são verificações planejadas que incluem inspeções e exame completo do Sistema de Gestão da organização. São realizadas a fim de se obter a comprovação da sua conformidade com requisitos específicos e para rastrear e melhorar a eficiência de seus processos operacionais.

O foco deste artigo é abordar a importância das auditorias para a melhoria contínua da qualidade, eficiência e competitividade das organizações.

Tipos de Auditoria

Existem vários tipos de auditorias, e, dependendo do que se deve auditar ou de quem são seus auditores, cada uma conta com características e benefícios próprios. Falaremos um pouco sobre os tipos de auditorias segundo as normas ISO e da importância da auditoria para o crescimento de uma empresa. A classificação dos tipos de auditoria é baseada principalmente nas relações entre os participantes e os examinadores. As auditorias ISO são classificadas em dois tipos principais, auditorias internas e externas.

Auditorias Internas:

São executadas por auditores internos que são empregados pela organização que está sendo auditada ou por agentes externos (ex. consultores), em nome da organização. Também são conhecidas como auditorias de primeira parte. São realizadas dentro de uma empresa para verificar a eficiência de seus próprios procedimentos adotados, comprovar a conformidade com os padrões estabelecidos e identificar possíveis deficiências do SGQ. Um auditor interno normalmente possui um conhecimento prático da sua organização e sabe o que faz sua empresa funcionar. As auditorias internas devem analisar profundamente todo o Sistema de Gestão e descobrir qualquer coisa que possa vir a ser uma Não Conformidade em uma auditoria externa.

Quando a auditoria interna é conduzida por uma equipe composta por funcionários de um departamento ou de uma base diferente, pode-se manter a imparcialidade e garantir menos conflitos de interesse pessoal, o que traz bons resultados para a organização. Se fornecido o treinamento apropriado, essas equipes de auditores internos podem oferecer insights objetivos com a vantagem adicional de conhecer o contexto da organização e oferecer um feedback mais específico em vista disso.

As auditorias internas permitem que se inspecione a empresa e se garanta a conformidade com leis e regulamentação vigentes em um ambiente mais casual e com menos riscos. Como o auditor interno é usualmente um colega de trabalho, os auditados geralmente se sentem muito mais à vontade durante todo o processo. Mas como em qualquer auditoria, o auditor deve estar atento: Alguns colegas podem desejar ocultar informações ou induzir o auditor ao erro, a fim de agilizar a auditoria.

Todos os envolvidos e a própria Alta Direção devem ver a auditoria interna como uma oportunidade de aprender com as deficiências do SGQ e trabalhar para melhorá-lo constantemente.  A maioria das normas internacionais inclui auditorias internas como parte importante do processo em direção à melhoria contínua de uma organização, pois dão a empresa oportunidades de monitorar e revisar constantemente a eficiência de seus processos. Os resultados de uma boa auditoria interna são processos mais claros, maior conscientização da equipe e no médio prazo algo que nem sempre é notado pela diretoria: menor custo de falhas internas.

As auditorias internas geralmente são realizadas pelo menos uma vez por ano e antes da entrada dos auditores externos. As suas constatações de auditoria não colocam em risco a Certificação da empresa e ajudam a evidenciar ao auditor externo sua conformidade com a norma.

Auditorias Externas:

Também chamadas de auditorias de segunda e terceira partes. Auditorias de segunda parte são realizadas por partes que tem um interesse na organização, tais como clientes, ou por outras pessoas em seu nome. Auditorias de terceira parte são realizadas por organizações de auditoria independentes, tais como organismos de certificação, como a BRICS Certificações. As auditorias externas são realizadas por auditores imparciais e podem ser chamadas de avaliações objetivas dos procedimentos da empresa, fornecendo transparência e confiança às partes interessadas (stakeholders) de que sua organização está realmente executando um Sistema de Gestão eficaz e em conformidade com as normas e requisitos estabelecidos.  Os auditores externos são normalmente contratados pelo Organismo de Certificação da empresa e designados para auditar seus processos durante os ciclos de certificação/manutenção. A auditoria acontece in loco ou remotamente, e o auditor irá durante um período previamente definido comprovar a conformidade do SGQ, resultando na aprovação da certificação ou na pendência de Ações Corretivas.

As Ações Corretivas devem ser realizadas quando o auditor externo encontrar Não Conformidades nos processos da empresa, e serão detalhadas na reunião de encerramento e no Relatório de Conclusão de Auditoria. As auditorias externas são necessárias se você deseja obter uma Certificação ISO e são uma ótima maneira de ajudar sua organização com avaliações e relatórios imparciais, que contribuirão para a melhoria do SGQ.

Conclusão:

Os diferentes tipos de auditorias visam obter evidências de conformidade com os requisitos estabelecidos pela organização e pelas normas aplicáveis, sendo as internas realizadas pela própria empresa e as externas feitas por órgão independente. As auditorias são importantes para a melhoria contínua da organização, ajudando a empresa a melhorar o desempenho, aumentar a rentabilidade, reduzir custos e garantir uma maior satisfação dos seus clientes.

Precisa de ajuda?

Deseja implementar um SGQ na sua empresa e obter uma certificação ISO 9001? Gostaria de certificar o seu produto junto ao Inmetro? Precisa de treinamento para sua equipe de auditores internos? Fale com a BRICS Certificações através dos seus canais de contato, ela possui um time de especialistas que irão auxiliá-lo nas suas demandas.

Sucesso sempre!
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Administrador de Empresas, Auditor Líder ISO 9001. Ajuda empresas e profissionais da qualidade a simplificarem seus processos, contribuindo com tecnologia e conteúdo.

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Como certificar Brinquedos?

O processo de certificação de brinquedos é bastante simples, ao contrário do que muitos pensam.

Inicia-se com o solicitante da certificação preenchendo um documento, chamado Memorial Descritivo, com informações do produto, incluindo o material com o qual o produto é fabricado, o processo de fabricação, foto em boa resolução do produto e classificação da faixa etária para qual o brinquedo se destina, o que é obtido verificando a norma ISO 8124-8.

Vencida esta primeira etapa, o solicitante da certificação deve definir qual o Modelo de Certificação a ser adotado.

Para brinquedos, podem ser utilizados:

  • Modelo 1b – ideal para importadores que querem testar o mercado, pois a certificação é feita somente para o lote apresentado para ser certificado;
  • Modelo 2 – que somente pode ser utilizado por artesãos ou por fabricantes de brinquedos que comprovarem sua classificação como MEI, MPE;
  • Modelo 5 – ideal para os fabricantes nacionais ou para os importadores que trazem mais de um lote de produtos ao longo do ano, sendo esse modelo baseado na coleta de amostras e auditoria do sistema de gestão da qualidade do fabricante.

Escolhido o modelo mais adequado, deve-se encaminhar as documentações solicitadas pelo Organismo de Certificação de Produto, agendar amostragens e auditorias, se for o caso, e escolher o laboratório de testes acreditado pelo Inmetro que irá receber as amostras para serem testadas.

Importante lembrar que:

1. O OCP irá auditar de maneira presencial o local onde o solicitante da certificação atende as eventuais reclamações dos clientes;
2. É obrigatória a adoção do código de barras no padrão EAN-13;
3. Todo brinquedo deve conter a identificação da data de fabricação do produto em sua embalagem e, no caso de brinquedos perecíveis, deve constar a data de validade do produto pelo menos em sua embalagem principal;
4. Depois da certificação, os produtos deverão ser registrados no Inmetro, sendo que somente o fornecedor do objeto pode solicitar o Registro de Objeto junto ao Inmetro;
5. Somente depois da emissão do registro do objeto é que o OCP pode emitir o Selo de Identificação da Conformidade.

Deve-se sempre atentar para o fato que produtos não considerados brinquedos não devem ostentar a expressão “brinquedo”, e não será permitido a estes produtos ostentarem o Selo de Identificação da Conformidade do Brinquedo.

Saiba mais sobre Certificação de Brinquedos clicando aqui e baixando gratuitamente a cartilha “Como Certificar Brinquedos“.

Quer saber como tornar ainda mais simples seu processo de certificação? Fale com um de nossos especialistas! A BRICS Certificações possui uma equipe comercial e técnica eficazmente treinada para atender a sua demanda! É só falar com a gente pelo número +55 (11) 2087-7051, pelo email contato@brics-ocp.com.br, ou pelo Chat aqui no site.

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Por que certificar Brinquedos?

Um produto bem avaliado e uma certificação bem feita é a garantia da segurança do usuário final, bem como evita problemas de recall e danos ao bem maior que uma empresa tem, sua imagem e nome e, considerando que é dever de todo fornecedor oferecer produtos seguros no mercado nacional, além de zelar pela segurança de crianças visando a prevenção de acidentes, o Inmetro definiu no Art. 8º da Portaria Inmetro nº 563/2016 que brinquedos são produtos de certificação compulsória, ou seja, obrigatória.

Em decorrência dessa obrigatoriedade, brinquedos não podem ser comercializados sem a devida certificação e, nos casos de desrespeito a essa diretriz, ficam sujeitos a multas e outras punições quando não certificados.

Com isso, devem ser certificados todos os brinquedos novos destinados ao uso por crianças até 14 (quatorze) anos, comercializados ou ofertados como brindes em lojas físicas, virtuais ou através de catálogos.

Devem ser também certificados os brinquedos que estão anexos a produtos que não são brinquedos, como por exemplo os brinquedos que estão incorporados em andadores ou em livros.

O Selo de Identificação da Conformidade do Brinquedo deve ser o resultado final de um processo de certificação tranquilo, sem sustos e surpresas, tão comuns em processos que ocorrem com a falta de confiança e transparência entre o Organismo de Certificação de Produtos e o solicitante da certificação, que pode ser um artesão, importador, fabricante ou distribuidor.

A BRICS Certificações atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e o nosso Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Saiba mais sobre Certificação de Brinquedos clicando aqui e baixando gratuitamente a cartilha “Como Certificar Brinquedos“.

Qualquer dúvida, é só falar com a gente pelo número +55 (11) 2087-7051, pelo email contato@brics-ocp.com.br, ou pelo Chat aqui no site.

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Artigos Escolares: Publicada Portaria 237/2020

Cumprindo nosso compromisso de levar ao mercado informações precisas e confiáveis e manter seus parceiros, atuais e futuros, sempre bem informados, a BRICS Certificações comunica que foi publicada no site do Inmetro a Portaria Inmetro nº 237/2020, a qual faz alteração na Portaria Inmetro nº 481/2010. Apesar de simples, essa alteração fará que os custos de ensaios de vários itens sejam reduzidos. Confira a Portaria clicando aqui!

Informamos que já está disponível para download em nosso site a “Cartilha de Certificação de Artigos Escolares” revisada, trazendo em seu Item 5 os principais destaques apresentados pela Portaria 237/2020. Baixe a Cartilha gratuitamente aqui.

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Série Princípios da Qualidade – Gestão de Relacionamento

Bem vindo de volta!

Enfim chegamos ao último artigo dessa série, trazendo o sétimo Princípio da Qualidade conforme alistado na ISO 9000 e ISO 9001: Gestão de Relacionamento.

Antes, segue um breve índice com todos os artigos anteriores:

Princípio 1 – Foco no Cliente
Princípio 2 – Liderança
Princípio 3 – Engajamento das Pessoas
Princípio 4 – Abordagem de Processo
Princípio 5 – Melhoria
Princípio 6 – Tomada de Decisão com base em Evidência
e por último:

Princípio 7 – Gestão de Relacionamento 

Declaração
Para o sucesso sustentado, as organizações gerenciam seus relacionamentos com as partes interessadas pertinentes, como provedores.

Justificativa
Partes interessadas pertinentes influenciam o desempenho de uma organização. O sucesso sustentado é mais provável de ser alcançado quando a organização gerencia relacionamentos com todas as suas partes interessadas para otimizar o impacto sobre o seu desempenho. A gestão de relacionamentos com suas redes de provedores e parceiros é de particular importância.          

Principais benefícios (conforme ISO 9000:2015)

  • Melhoria no desempenho da organização e de suas partes interessadas quando responder às oportunidades e restrições relacionadas a cada parte interessada pertinente;
  • Compreensão comum dos objetivos e valores entre as partes interessadas;
  • Melhoria na capacidade de agregar valor para as partes interessadas através do compartilhamento de recursos e de competências e através da gestão dos riscos relacionados com a qualidade;
  • Uma cadeia de fornecimento bem gerenciada provendo um fluxo estável de produtos e serviços.

Ações possíveis (conforme ISO 9000:2015)

As ações possíveis incluem:
Determinar as partes interessadas pertinentes (como provedores, parceiros, clientes, investidores, empregados ou a sociedade como um todo) e sua relação com a organização;

  1. Determinar e priorizar relacionamentos com partes interessadas que necessitem ser gerenciados;
  2. Estabelecer relações que equilibrem ganhos de curto prazo com considerações de longo prazo;
  3. Coletar e compartilhar informações, conhecimentos especializados e recursos com as partes interessadas pertinentes;
  4. Medir o desempenho e prover retroalimentação sobre o desempenho para as partes interessadas como apropriado, para aumentar as iniciativas de melhoria;
  5. Estabelecer o desenvolvimento colaborativo e atividades de melhoria com provedores, parceiros e outras partes interessadas;
  6. Incentivar e reconhecer melhorias e conquistas de provedores e parceiros.

Como Implementar?

Uma vez compreendido os benefícios e as ações de cada princípio, como implementá-los?

Existem muitas maneiras diferentes de aplicar os Princípios da Qualidade nas rotinas organizacionais. Nesse ponto, é importante ressaltar que eles não estão listados em ordem de prioridade. A importância relativa de cada princípio irá variar de organização para organização e pode mudar com o tempo. A própria natureza da organização e os desafios que ela enfrenta podem determinar como implementá-los. Ainda, muitas empresas e gestores acharão benéfico definir um Sistema de Gestão da Qualidade baseados nesses princípios.

Surgiu dúvidas na hora de botar a mão na massa? Deseja implementar um SGQ na sua empresa e obter uma certificação ISO 9001? Gostaria de certificar o seu produto junto ao Inmetro? Fale com a BRICS Certificações através dos seus canais de contato, eles irão auxiliá-lo durante toda a jornada.

Muito obrigado por acompanhar essa série de artigos! Desejo a você sucesso sempre!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
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Série Princípios da Qualidade – Tomada de Decisão com Base em Evidência

Bem-vindo de volta!

Vamos hoje continuar com a nossa série de artigos sobre os Princípios da Qualidade. Para ver os artigos anteriores, é só clicar aqui.

Vamos falar agora sobre o sexto princípio, segundo a ótica da ISO 9000/9001, Tomada de Decisão com Base em Evidência.

Princípio 6 – Tomada de Decisão com Base em Evidência

Declaração
Decisões com base na análise e avaliação de dados e informações são mais propensas a produzir resultados desejados.

Justificativa
A tomada de decisão pode ser um processo complexo e sempre envolve alguma incerteza. Ela envolve, frequentemente, vários tipos e fontes de entradas, bem como a sua interpretação, que pode ser subjetiva. É importante compreender as relações de causa e efeito e possíveis consequências não intencionais. A análise de fatos, de evidências e de dados leva a uma maior objetividade e confiança na tomada de decisões.     

Principais benefícios (conforme ISO 9000:2015)

  • Melhoria dos processos de tomada de decisão;
  • Melhoria na avaliação do desempenho dos processos e na capacidade para alcançar os objetivos;
  • Melhoria da eficácia e eficiência operacionais;
  • Melhoria na capacidade de analisar criticamente, desafiar e mudar opiniões e decisões;
  • Aumento da capacidade de demonstrar a eficácia de decisões anteriores.

Ações possíveis (conforme ISO 9000:2015)
As ações possíveis incluem:

  1. Determinar, medir e monitorar os principais indicadores para demonstrar o desempenho da organização;
  2. Disponibilizar todos os dados necessários para as pessoas pertinentes;
  3. Assegurar que os dados e as informações sejam suficientemente precisos, confiáveis e seguros;
  4. Analisar e avaliar dados e as informações usando métodos adequados;
  5. Assegurar que as pessoas sejam competentes para analisar e avaliar os dados, conforme necessário;
  6. Tomar decisões e executar ações baseadas em evidências, equilibradas com experiência e intuição.

Na próxima semana, iremos abordar o sétimo e último princípio, segundo a ISO 9000/9001, Gestão de Relacionamento.

Até lá!
Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
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