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Dia das Crianças: Como comprar brinquedos seguros?

O Dia das Crianças está chegando e muitos dos pequenos já deixaram claro o que querem de presente: brinquedos! Mas, dentre tantas opções, como saber se o brinquedo que você está comprando é seguro e adequado à idade da criança?

Você sabia que os acidentes ou lesões não intencionais representam uma das principais causas de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil? Sabendo da importância do tema, a Brics Certificações separou algumas dicas importantes para você comprar brinquedos seguros e compatíveis com a idade das crianças, garantindo a diversão e a segurança dos pequenos.

Procure o selo do Inmetro

Todos os brinquedos vendidos no Brasil, mesmo os importados, obrigatoriamente precisam ter o selo do Inmetro. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta afixada no produto, e deve conter a marca do Inmetro e o logotipo do organismo acreditado pelo Inmetro que o certificou. O Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos, ou simplesmente selo inmetro, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Os testes levam em conta vários critérios de segurança, como os riscos de acidentes, contaminação por produtos químicos, nível de ruído e luminosidade ou peças que podem ser engolidas, de acordo com a idade dos pequenos. Assim, nunca compre brinquedos que não tiverem o selo Inmetro.

Não compre brinquedos no comércio informal

Apesar dos preços muitas vezes serem mais atrativos, muitos brinquedos do comércio informal não possuem certificação, ou seja, não passam por nenhum tipo de inspeção de segurança. Suas peças podem soltar, provocando engasgos, e apresentar substâncias tóxicas para os pequenos. Por isso, peça sempre a nota fiscal no estabelecimento da compra.

Leia com atenção as instruções de uso

Antes de entregar o produto à criança, leia atentamente as instruções de uso. Cuidados especiais devem ser observados na retirada de embalagens e sacos plásticos que podem acompanhar o produto. Estes devem ser retirados por um adulto antes de entregá-lo à criança, a fim de prevenir acidentes com grampos, e até mesmo o risco de sufocamento. Procure, ainda, supervisionar o uso do brinquedo.

Preste atenção à idade indicada

Um brinquedo pode ser adequado para uma idade, mas perigoso para outra. Assim, outro ponto essencial para a segurança da criança é que a faixa etária do brinquedo seja respeitada para que acidentes sejam evitados.

A faixa etária a que o brinquedo se destina, deve constar na embalagem, assim como informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem, dentre outros. As informações obrigatórias na embalagem demonstram a responsabilidade do fabricante ou importador.

Ainda é importante lembrar: Quem tem filhos em idades diferentes deve cuidar para que os menores não tenham acesso aos brinquedos dos maiores.

Compras Online de Brinquedos

Nas compras de brinquedos pela internet, todas as recomendações citadas anteriormente devem ser observadas. É obrigatório que o fornecedor disponibilize todas as informações necessárias para a segurança da criança. Não é obrigatório o site mostrar os Selos e/ou a Etiqueta, mas as informações do registro Inmetro contidas neles devem ser apresentadas de forma clara no momento da compra. Na dúvida, pergunte ao lojista.

Desejamos a todos um feliz Dia das Crianças e ótimas compras!

BRICS atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e o nosso Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Para mais informações entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Pneus Novos: O que muda com a nova Portaria Inmetro Nº 379/2021

Amanhã, 1º de Outubro de 2021, entra em vigor a nova Portaria Inmetro Nº 379 de 14 de setembro de 2021, que regulamenta a Certificação de Pneus Novos e que substituirá a Portaria Nº 544/2012, bem como as demais portarias que estabeleciam critérios para essa certificação.

Buscando manter nossos clientes e parceiros bem informados, neste artigo iremos abordar os principais pontos de mudanças e possíveis impactos para o mercado.

Prazos e Disposições Transitórias:

  • 23/03/2022 – Prazo para os fabricantes e importadores adequarem seus novos processos de certificação e registro às exigências relacionadas aos requisitos estabelecidos na Portaria nº 329/2020, que agora está incorporada a esta nova Portaria.
  • 23/10/2025 – Prazo para a adequação das famílias que, na data de publicação da Portaria nº 329/2020, já se encontravam certificadas e registradas.
  • 36 meses – Prazo para os fabricantes e importadores de pneus novos adequarem processos de certificação de novas famílias de pneus, a fim de atenderem às condições e o layout do Selo de Identificação da Conformidade, conforme Figura 2 do Anexo V da Portaria Nº 379/2021. Contados a partir do início da vigência da Portaria, 1º de Outubro de 2021.

Importante: A Portaria Nº 379/2021 não estabelece a necessidade de que seja iniciado novo processo de certificação com base nos requisitos ora consolidados, porém os certificados já emitidos deverão ser revisados com a devida referência à nova Portaria na próxima etapa de avaliação.

Atenção – Alteração Significativa 

Pela portaria anterior, Nº 544/2012, o cliente poderia utilizar um laboratório que não tivesse acreditação CGCRE/EA e/ou APLAC, ficando sob responsabilidade do OCP avaliar o laboratório de acordo com a  Norma ISO 17025 e fazer o acompanhamento dos ensaios.

Já pela nova regulamentação da Portaria Nº 379/2021, a partir de 1º de outubro de 2021, os laboratórios utilizados devem possuir acreditação CGECRE/AE ou APLAC, não sendo possível utilizar qualquer laboratório não acreditado.

Em decorrência dessa alteração, todas as partes envolvidas deverão ficar atentas aos custos dos ensaios para certificação, uma vez que os mesmos podem tornar-se mais elevados.

Você pode conferir a Portaria Inmetro Nº 379 de 14 de setembro de 2021, clicando aqui.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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ARLA 32: Qualidade é fundamental!

No último artigo falamos sobre as perspectivas de expansão de mercado para o ARLA 32, bem como o surgimento de novos veículos que utilizam este produto para tratar suas emissões de poluentes. Confira aqui.

Agora, vamos ver a importância do controle da qualidade para a produção e venda do ARLA 32.

ARLA 32 é uma mistura de 32,5% de ureia tecnicamente pura (vem daí o 32 do seu nome) com 67,5% de água desmineralizada (isenta de minerais). O produto não é inflamável e não é tóxico, mas para cumprir seu propósito, que é o de reduzir os níveis de poluentes oriundos da combustão dos motores a diesel, é vital que o produto seja fabricado com insumos que atendam as especificações da norma ISO 22241, Partes 1 a 4. Além disso, desde a sua produção até a revenda, o ARLA 32 pode ser facilmente contaminado se não manipulado e armazenado corretamente, o que exige cuidados durante todos os estágios desse processo.

Insumos segundo especificações:

Os Sistemas SCR são sensíveis às potenciais contaminações e impurezas químicas do ARLA 32 e de suas matérias-primas, a ureia e a água. Vamos então nos concentrar nesses insumos:

  • Ureia tecnicamente pura: Segundo a norma ISO 22241-1, item 3.2, esta ureia é “produzida industrialmente somente com traços de biureto, amônia e água, isento de aldeídos ou outras substâncias, tal como agente antiglomerante e isento de contaminantes, tais como enxofre e seus compostos, cloreto, nitrato e outros compostos”.

    Comentário: Sendo assim, a ureia comum usada como fertilizante não poderá ser utilizada na produção do ARLA 32, nem mesmo se utilizada em mistura (blend) com ureia automotiva, já que, uma vez que seus níveis desses componentes são bastante altos, o ARLA resultante da formulação não passará no processo de certificação e danificará o sistema SCR dos veículos;

  • Água desmineralizada: Água isenta de minerais, produzida, por exemplo, por destilação simples, por deionização, por ultrafiltragem ou por osmose reversa (Baseado na definição do grau de água 3 da ISO 3696).

    Comentário: O uso de água comum ou mineral na produção do ARLA 32 traz níveis de minerais contaminantes muito acima da especificação, também resultando em um produto que será reprovado nos ensaios laboratoriais para sua certificação e em danos indesejáveis nos veículos da sua frota ou de seus clientes.

Além dos cuidados com suas matérias-primas, toda a produção, manuseio e armazenamento do ARLA 32 deve seguir os requisitos da legislação vigente, para garantir que o produto que chega ao veículo realmente diminua as emissões e não acabe por causar danos ao sistema SCR. Poderemos abordar esse tema em um novo artigo, mas é importante que os pontos de revenda, os gestores de frota e o próprio motorista solicite ao fabricante ou distribuidor do ARLA 32 informações sobre quais cuidados são levados em consideração para garantir que um produto de qualidade chegue até eles.

O Custo da Má Qualidade

O uso de ARLA 32 em desconformidade com a legislação (ou a falta de sua utilização, por meio de uso de chips inibidores) eleva o nível de emissão de NOx dos motores diesel em até 5 vezes, o que configura crime ambiental.  Além disso, a presença de impurezas provenientes de ureia ou água inadequadas provoca a formação de depósitos nos injetores e nos catalisadores do veículo, o que impede o funcionamento correto do SCR, chegando a causar danos irreversíveis e necessidade de substituição do mesmo.

ARLA 32 de má qualidade é responsável por formação de depósitos que causam danos ao SCR.

 

Inimigo Silencioso… e Caro para o Bolso!

A princípio, o uso de ARLA 32 de má qualidade dificilmente será notado pelo motorista, mas no médio-longo prazo o veículo pode apresentar sintomas de mau funcionamento que vão desde o aumento do consumo de combustível, passando pela perda de desempenho (perda de torque) e aumento dos níveis de emissões ocasionando o acendimento da LIM (Lâmpada Indicadora de Mau funcionamento) no seu painel, de forma a orientar o motorista que há necessidade de reparos.

A LIM – Lâmpada Indicadora de Mau funcionamento, informa ao motorista que há necessidade de reparos no veículo.

O problema é que nesse ponto já pode ser tarde demais: Em valores atuais, o custo da troca de um sistema catalisador SCR por uso de produto impróprio supera 20 mil reais, equivalendo a 3-4 anos de consumo de produto.  Realmente a má qualidade é um inimigo silencioso e às vezes fatal.

Garantindo o bom funcionamento do veículo

A fim de evitar o uso de ARLA 32 fora das especificações e garantir sempre o bom funcionamento do veículo, o motorista e os gestores de frotas podem seguir as seguintes dicas no ato da compra do produto:

  • Exigir sempre a certificação e o registro do produto no Inmetro;
  • Verificar se o produto está sendo transportado ou armazenado em tanques de material compatível com o ARLA 32, como tanques de aço inoxidável 304 (S30400) ou de polietileno e polipropileno isentos de aditivos;
  • Verificar se a estrutura de abastecimento está limpa, livre de sujidades que possam vir a contaminar o produto (Lembrando que o Inmetro definiu que para revenda a Granel o contentor do produto no ponto de revenda deve ter capacidade superior a 3.000L, o que nos mostra que IBCs de 1000L, comuns em postos de combustíveis, não atendem a norma);
  • Por fim, estranhe preços baixos demais. A ureia tecnicamente pura, também chamada de ureia automotiva, devido a seu processamento industrial, possui preço bem superior à da ureia comum, usada como fertilizante. Assim produtos com preços muito atrativos ou abaixo do mercado podem estar usando em sua composição ureia fora das especificações exigidas na norma ISO 22241. Pode ser aquela velha história do barato que sai caro.

Em resumo, é bom sempre estar atento à qualidade do ARLA 32 que você usa para abastecer seu veículo ou frota. O produto é sensível a contaminantes e deve seguir as especificações constantes na norma ISO 22241 e na Portaria Inmetro Nº 213/2021 para que cumpra o seu papel como redutor de emissões veiculares e não cause danos ao SCR dos veículos.

Certificação Compulsória

Devido aos riscos ao meio ambiente que um ARLA 32 de má qualidade pode causar, o Inmetro estipulou certificação compulsória, ou obrigatória, para o produto. A BRICS Certificações está acreditada para conduzir o processo de certificação e conceder aos fabricantes o Selo de Identificação da Conformidade. Saiba mais aqui!

No nosso próximo artigo sobre ARLA 32, iremos falar mais sobre esse processo de Certificação e tirar as principais dúvidas dos solicitantes dessa certificação.

Até a próxima!

Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Consultor Sênior na Merkato Consultoria, Auditor Líder ISO 9001/22000. Especialista em ARLA 32, desenvolve projetos de ARLA 32 para empresas em todo o Brasil.

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Componentes de Bicicleta: O que levar em conta na hora de comprar?

Hoje muitas pessoas buscam qualidade de vida na prática de atividades físicas. Uma das preferidas por grande parte da população é andar de bicicleta, prática muito comum para quem busca não só relaxar, mas também manter uma boa saúde física e mental. Mas, você sabia que existem algumas exigências de qualidade e normas de segurança para que a bicicleta seja segura ao uso em nosso cotidiano?

O que levar em conta na hora de comprar Componentes de Bicicleta?

Pois bem, a Portaria Inmetro n° 202/2021 aprova os Requisitos da Conformidade para os seguintes Componentes de Bicicleta de Uso Adulto:

  • Quadro rígido;
  • Garfo rígido;
  • Pedivela;
  • Pedal;
  • Cordoalha;
  • Aro;
  • Raio;
  • Niple;
  • Guidão;
  • Suporte de guidão;
  • Câmara de ar;
  • Garfo de suspensão; e
  • Conjunto de freio.

O artigo 6° da Portaria Inmetro n°202/2021 ainda menciona: “Os componentes de bicicletas de uso adulto, fabricados, importados, distribuídos e comercializados em território nacional, a título gratuito ou oneroso, devem ser submetidos, compulsoriamente, à avaliação da conformidade, por meio do mecanismo de certificação, observados os termos deste Regulamento.” 

Como ocorre a certificação dos Componentes de Bicicletas?

Conforme Anexo I da Portaria Inmetro n°202/2021 é possível adquirir a conformidade de cada um destes componentes por meio de três modelos de certificação: modelo 2; modelo 5 e modelo 1b.

Basicamente o que difere o modelo 5 dos demais é a realização da auditoria de SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) do fabricante do produto. E vale ressaltar que, a validade do certificado de conformidade de componentes de bicicleta de uso adulto, emitidos pelos modelos 2 e 5 são de 4 anos, seguidos de manutenções anuais. O modelo 1b tem prazo indeterminado, ou seja, até a comercialização da quantidade de itens informada no início do processo.

Após a obtenção do Certificado de Conformidade, o detentor da certificação deve registrá-los no Inmetro, através do site Orquestra.

Selo Inmetro de Componentes de Bicicleta

Ficou com dúvida de como saber se os componentes da sua bicicleta lhe fornecem a devida segurança? Basta identificar o Selo de Identificação da Conformidade na embalagem e/ou marcado no produto.

Fale com nossos especialistas!

A Brics Certificações é acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) para conduzir a certificação dos Componentes de Bicicleta de Uso Adulto, através Portaria Inmetro n°202/2021. Além disso, após conclusão do processo de certificação, pode-se solicitar o registro do produto e obter o Selo de Identificação da Conformidade, para trazer mais credibilidade a sua marca e segurança aos consumidores.

Para maiores informações contate nosso departamento comercial no e-mail contato@brics-ocp.com.br e telefone +55 (11) 2087-7051.

Gustavo Oliveira
Analista de Certificação Pleno na BRICS Certificações.
Técnico em fabricação mecânica pelo SENAI, iniciou sua trajetória na área da qualidade em laboratórios de calibração e ensaios mecânicos. Atualmente cursando superior em Tecnologia de Gestão da Qualidade.

Baterias Automotivas: Funcionamento e Certificação

Inventadas em 1859 pelo físico francês Gaston Planté, as baterias automotivas de chumbo-ácido foram as primeiras baterias para uso comercial e, como as técnicas de fabricação avançaram muito e seus componentes eletroquímicos (chumbo e ácido sulfúrico) são muito comuns, elas se tornaram baratas. Atualmente, essas baterias são usadas principalmente nos nossos carros.

Como as baterias de chumbo-ácido funcionam?

As baterias são um conjunto de pilhas ligadas umas às outras, em série, isto é, o polo positivo de uma pilha está ligado ao polo negativo de outra e assim sucessivamente.

As baterias utilizadas em automóveis são compostas de 6 pilhas ou células de chumbo-ácido. Seu polo negativo corresponde às placas de chumbo metálico (Pb); o seu polo positivo, às placas de dióxido de chumbo (PbO2); e o eletrólito, corresponde a uma solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4), podendo ou não estar imobilizada na forma de gel ou absorvida no separador.

Durante a descarga da bateria, os materiais positivos e negativos são transformados em sulfato de chumbo. Isso ocorre quando uma carga elétrica (luzes ou motor de partida) é conectada através da bateria, e uma corrente flui do polo negativo da bateria para o polo positivo, passando através da carga externa. No entanto, é possível recarregar novamente as baterias de chumbo por se fornecer energia ao sistema, ou seja, é possível passar uma corrente elétrica fornecida por um gerador de corrente contínua, como um alternador ou dínamo. Com isso, o sulfato de chumbo se converte e volta aos materiais originais, dióxido de chumbo e chumbo metálico.

As baterias de chumbo-ácido utilizadas em automóveis são muito duráveis, com uma voltagem de 12V e são as baterias mais econômicas quando seu peso não é um problema.

Baterias Automotivas e a Certificação Inmetro

Com foco na segurança do usuário e no desempenho do produto, o Inmetro definiu que as baterias automotivas chumbo-ácido, limitadas à tensão nominal de 12 Volts e destinadas ao arranque de motores a combustão e alimentação dos sistemas eletro eletrônicos de veículos automotores, são produtos de certificação compulsória, ou seja, obrigatória, segundo a Portaria INMETRO nº 299, de 14/6/2012. A obrigatoriedade vale tanto para o mercado de reposição quanto para as montadoras.

Para conferir se uma bateria está certificada, basta conferir o Selo de Identificação da Conformidade. Ele deve ser impresso de forma clara, legível e indelével no rótulo da bateria, contendo o logotipo do Inmetro, a identificação do OCP (organismo certificador) e o número de registro do produto. Baterias comercializadas embaladas também devem apresentar o Selo de Identificação da Conformidade em sua embalagem.

A BRICS Certificações atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) e o Selo de Certificação Inmetro que concedemos aos nossos clientes garante segurança, confiabilidade e qualidade que o produto precisa! Para mais informações, clique aqui.

Entre em contato com nosso time de especialistas pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br, e saiba como a Brics Certificações pode ajudar sua empresa na certificação de Baterias Automotivas.

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O que é ARLA 32 e qual sua importância?

Atualmente, o tráfego de veículos é um dos principais responsáveis pela poluição atmosférica, que ocorre devido à emissão de gases e partículas oriundos da combustão. A emissão dos óxidos de nitrogênio (NOx), por exemplo, gera preocupação devido ao seu impacto negativo no meio ambiente e na saúde das pessoas.

Para melhorar a qualidade do ar nas cidades, foi instituído no Brasil o Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). Dividido em fases, ele estabelece limites de emissões de poluentes. Desde 2012, os chamados veículos pesados precisam ser fabricados com sistemas de pós-tratamento dos gases de escapamento e, em 2022, o Brasil estará entrando na fase P8, que reduzirá significativamente os níveis praticados atuais, e é aí que entra a importância do Arla 32.

O que é ARLA 32?

ARLA é a sigla para Agente Redutor Líquido Automotivo. Ele é um produto químico à base de ureia em grau industrial, incolor, não tóxico, estável, não inflamável e bastante seguro para manuseio e transporte. Deve ser utilizado especificamente em sistemas SCR (da sigla em inglês Selective Catalytic Reduction, que significa Redução Catalítica Seletiva) para reduzir as emissões de NOx. O número 32 está relacionado ao nível de concentração de ureia (32,5%) em água desmineralizada (água que teve os sais minerais removidos).

A maioria dos veículos pesados produzidos no Brasil possuem a tecnologia SCR e precisam, portanto, do uso do Arla 32. Isso é crucial para a obtenção de ganhos ambientais e por isso, o Inmetro definiu que todo Arla 32 deve, compulsoriamente, ser fabricado, importado e comercializado em território nacional atendendo ao disposto na Portaria Inmetro nº 213/2021. A falta do Arla 32 ou o uso de produto irregular também causam grandes prejuízos ao transportador, como graves danos aos veículos e multas.

Como Certificar?

A Portaria Inmetro nº 213, de 21/03/2021, estabelece os critérios para a avaliação da conformidade do ARLA 32, com foco na proteção do meio ambiente e a BRICS Certificações está acreditada pelo Inmetro para certificar o produto, concedendo aos fabricantes e/ou importadores o Selo de Identificação da Conformidade, popularmente conhecido como Selo Inmetro.

Quer saber sobre todas as informações referentes a Certificação de Arla 32? Baixe agora mesmo nosso E-book de Certificação de Arla 32 de acordo com a Portaria Inmetro nº 213/2021.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Novidades na Certificação de Ventiladores

Foi publicado hoje no Diário Oficial da União (D.O.U), a nova Portaria Inmetro nº 299/2021 que revoga a Portaria Inmetro nº 20/2012 a partir do dia 02 de agosto de 2021, e traz as principais alterações abaixo:

  1. Ventiladores de mesa, pedestal e de parede poderão ser agrupados na mesma família, desde que todas as características elétricas e de eficiência sejam as mesmas entre os modelos.
  2. Adoção do modelo de certificação 1b para lotes, ou seja, amostragem passa a ser obrigatoriamente feita no Brasil e sem a possibilidade de testes de contraprova e testemunha no caso de reprovação das amostras testadas.
  3. Para o modelo de certificação através do sistema 5, o certificado passa a ser válido por 6 (seis) anos, devendo ser realizada manutenção periódica a cada 36 (trinta e seis) meses, ou seja, a cada 3 (três) anos devem ser realizados novos testes e auditoria de manutenção. Esse ponto traz uma grande redução nos custos de certificação, tendo em vista que anteriormente o certificado tinha validade de 4 (quatro) anos, com auditorias e testes anuais. Os certificados vigentes, devem ser prorrogados para o novo prazo de validade de 6 (seis) anos, sendo considerada sua data de emissão. IMPORTANTE! As manutenções previstas para o ano de 2021 devem ser mantidas com 25% da família.
  4. Deixa claro que, no comércio virtual é de responsabilidade do administrador do site disponibilizar as informações sobre a eficiência energética dos produtos, isentando assim a responsabilidade do detentor da certificação. Segue abaixo exemplo de um modelo do selo de eficiência energética.

Quer saber mais sobre as informações que a etiqueta de eficiência energética fornece para você? Então, clique aqui!

Se ficar alguma dúvida sobre as novidades da Certificação de Ventiladores, entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Amortecedores da Suspensão: Funcionamento e Certificação Inmetro

Componentes essenciais para a segurança veicular, os amortecedores são dispositivos utilizados para reduzir ou amortecer oscilações da suspensão durante sua movimentação, mantendo os pneus sempre em contato com o solo, proporcionando maior estabilidade, conforto e segurança.

Neste artigo você vai encontrar informações relevantes sobre o funcionamento dos amortecedores e a importância da certificação compulsória deste componente.

Amortecedores: Como funcionam?

Os amortecedores foram desenvolvidos para controlar e reduzir os movimentos verticais brutos e movimentos de rolagem (transferência de peso) do veículo. Eles fazem parte do sistema de suspensão do veículo, juntamente com as molas e outros componentes que ligam o chassi às rodas do carro. Esses componentes são os responsáveis por intermediar a transmissão de movimento oscilatório, garantindo estabilidade, conforto e controle para o motorista e para os passageiros.

Sem as molas e os amortecedores que permitem a movimentação controlada do sistema de suspensão, o desconforto seria muito grande, principalmente em pisos irregulares. Isso sem falar na vida útil do veículo, que diminuiria muito com os fortes impactos sofridos.

Assim, as molas e os amortecedores trabalham em conjunto. A mola absorve os impactos sofridos pelas rodas e os amortecedores servem para controlar o efeito da mola, de modo que o veículo permaneça estável, evitando oscilações no veículo.

Embora a vida útil de um amortecedor seja bastante longa, sinais de vazamento e excesso de oscilações no veículo indicam que os amortecedores já estão “vencidos”. Lembre-se, é sempre a segurança que está em jogo, além do conforto é claro. O desgaste de um amortecedor é normal com o passar do tempo, pois o constante atrito das peças em movimento, acabam desgastando e criando folga entre as partes móveis que compõem o amortecedor.

Daí a importância de, ao fazer a troca dos amortecedores, verificar se o produto possui certificação.

Amortecedores: Por que certificar?

Todos os amortecedores comercializados no Brasil, fabricados nacionalmente ou importados, devem possuir certificação do INMETRO, pelo fato do amortecedor ser um dos itens de segurança mais importantes do veículo.

O processo de certificação, segundo Portaria Inmetro nº 301/2011, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis, concedendo a empresa fabricante/importadora o selo de segurança do Inmetro.

A BRICS Certificações é um braço do Inmetro e atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado para Componentes Automotivos. Consulte nossos especialistas e tenha um processo de certificação tranquilo, sem sustos e sem surpresas pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Dia dos Namorados 2021: Cuidado na hora das compras!

Estamos na semana do Dia dos Namorados 2021! Já comprou o seu presente? Essa é uma época em que os comerciantes esperam um crescimento na venda de determinados produtos. Bichinhos de pelúcia e eletrodomésticos devem ser alvo de atenção durante a compra no Dia dos Namorados, além de peças de vestuário.

Vestuário

Se a escolha de presente for um vestuário é preciso que o consumidor esteja atento às informações contidas na etiqueta, estas são fundamentais e precisam seguir critérios específicos.

Devem conter as informações em português sobre o fabricante ou importador, incluindo CNPJ e o país de origem. Além disso, também é necessário identificar: a composição têxtil com a indicação percentual de cada um deles (70% algodão e 30% poliéster, por exemplo); o tamanho, que pode ser indicado por numeração ou letras (38, 40, 42; P, M, G); e, os símbolos de cuidados com a conservação e tratamento do produto.

Bichinhos de pelúcia

Se o presente escolhido no Dia dos Namorados for um bichinho de pelúcia, também existem orientações quanto à segurança. A primeira delas é não comprar no comércio informal e atentar-se ao selo de certificação de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Produtos falsificados ou fabricados em indústrias clandestinas podem não atender às condições mínimas de segurança. Nacionais ou importados, compre somente Bichinhos de Pelúcia que contenham o Selo do Inmetro. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta afixada no produto, e deve conter a marca do Inmetro e o logotipo do organismo acreditado pelo Inmetro que o certificou.

Eletrodomésticos

Já se optar por eletrodomésticos, deve-se ficar atento a:

Selo de segurança – Cerca de 190 tipos de eletrodomésticos devem ostentar o selo do Inmetro no produto ou na embalagem, atestando que foram avaliados quanto à segurança. Isso inclui alguns campeões de venda, como pranchas de cabelo, torradeiras, sanduicheiras, fornos elétricos etc.

Etiqueta de eficiência energética – Além do selo do Inmetro, alguns produtos também devem apresentar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, informando sobre a eficiência energética e o consumo de energia. É o caso de geladeiras, televisores, fornos de micro-ondas, dentre outros. Neste caso, prefira sempre os produtos com classificação ‘A’, que são os mais eficientes.

Selo Ruído – Dentre os queridinhos para a compra do Dia dos Namorados está o secador de cabelo. É importante observar se o produto possui o Selo Ruído. Ele informa a potência sonora em decibéis e classifica os aparelhos de 1 (mais silencioso) a 5 (menos silencioso) e deve estar colado na embalagem.

Compras Online:

Não é obrigatório o site mostrar os Selos e/ou a Etiqueta, mas as informações do registro Inmetro contidas neles devem ser apresentadas de forma clara no momento da compra.

Desejamos a todos um feliz Dia dos Namorados e ótimas compras!

BRICS atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e o nosso Selo de Certificação de Segurança de Eletrodomésticos e Brinquedos garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Para mais informações entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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