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Panelas: Quais as marcações e informações obrigatórias?

Os fabricantes de panelas metálicas devem estar sempre atentos as marcações e informações obrigatórias, que devem acompanhar o produto de forma permanente ou impressa.

Mas quais são essas marcações e informações obrigatórias? Confira o artigo e tire todas as suas dúvidas sobre esse assunto.

Marcações em Panelas (exceto panelas de pressão)

No processo de certificação, as panelas já devem chegar ao laboratório que irá fazer os testes contendo as marcações e instruções obrigatórias, considerando o Ofício 21/2018.

  • O utensílio deve conter as seguintes informações:

a) identificação do solicitante da certificação;
b) identificação que garanta a rastreabilidade do produto, e
c) capacidade volumétrica ou diâmetro ou comprimento e largura.

Estas informações devem ser fornecidas de forma permanente no produto ou impressa (etiqueta adesiva, manual ou embalagem do utensílio).

  • Os utensílios devem ser fornecidas com instruções simples de entender, com recomendações para uso do utensílio com segurança. Indicar que o utensílio não pode sofrer modificações e que todas as peças somente devem ser substituídas por peças originais, além de orientações, sobre o que fazer em caso de necessidade de manutenção.

Para panelas revestidas, além dos itens citados acima, incluir instruções quanto a limpeza e cuidados necessários para o seu bom funcionamento.

O tamanho das letras e dos números constantes nestas instruções, não pode ser inferior a 2,0 mm.

Marcações em Panelas de Pressão

Para panelas de pressão, as marcações e instruções devem:

  • Conter marcação em seu corpo, de maneira clara e permanente, com as seguintes indicações:

a) nome do fornecedor;
b) capacidade volumétrica;
c) pressão nominal de trabalho;
d) identificação que garanta a rastreabilidade do produto . (N.R.)

O tamanho das letras e dos números constantes na marcação e no aviso de advertência não pode ser inferior a 2,0 mm.

  • A tampa deve conter um aviso, de maneira clara, chamando atenção para a necessidade de se lerem as instruções do manual antes de colocar a panela de pressão em uso, com as informações abaixo:
    – “Atenção! Leia as instruções antes de colocar a panela de pressão em uso.
    – Mantenha sempre limpa a válvula reguladora de pressão da panela e verifique se não está deformada. Essa válvula deve ser substituída a cada 5 anos.
    – Troque o anel de borracha sempre que apresentar danos e sinais de envelhecimento.
    – Troque as peças de reposição somente em representantes autorizados pelo fabricante.”
  • As panelas de pressão devem ser fornecidas com manual de instruções, que não pode estar impresso na embalagem individual do produto, contendo informações completas para uso da panela de pressão com segurança, simples de entender, incluindo detalhes de
    como abri-la e fechá-la, cuidados no uso, manutenção e capacidade máxima para cozimento.
  • Estas instruções devem conter ainda diagramas instrutivos quanto ao funcionamento, procedimentos de limpeza e material visual equivalente, bem como indicar que a panela de pressão não pode sofrer modificações e que todas as peças somente devem ser
    substituídas por peças originais.

O selo de Identificação da conformidade somente deve ser colocado após a conclusão e aprovação em todo o processo de certificação e obtenção do registro de objeto.

Fale com nossos especialistas!

A Brics Certificações é acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) para conduzir a certificação de Panelas Metálicas, através Portaria Inmetro n°419/2012. Lembramos que após a conclusão do processo de certificação, o fornecedor deve ser solicitar o registro do produto para obter o Selo de Identificação da Conformidade: além de obrigatório nos itens certificados dispostos no comércio, este selo indica a segurança aos consumidores e pode trazer mais credibilidade a sua marca.

Para maiores informações contate nosso departamento comercial no e-mail contato@brics-ocp.com.br e telefone +55 (11) 2087-7051.

Solange Rizzi
Técnica Comercial na BRICS Certificações.
Há mais de 7 anos atua no mercado de certificações junto a BRICS e é especialista no escopo de panelas metálicas.

Dia das Crianças: Como comprar brinquedos seguros?

O Dia das Crianças está chegando e muitos dos pequenos já deixaram claro o que querem de presente: brinquedos! Mas, dentre tantas opções, como saber se o brinquedo que você está comprando é seguro e adequado à idade da criança?

Você sabia que os acidentes ou lesões não intencionais representam uma das principais causas de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil? Sabendo da importância do tema, a Brics Certificações separou algumas dicas importantes para você comprar brinquedos seguros e compatíveis com a idade das crianças, garantindo a diversão e a segurança dos pequenos.

Procure o selo do Inmetro

Todos os brinquedos vendidos no Brasil, mesmo os importados, obrigatoriamente precisam ter o selo do Inmetro. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta afixada no produto, e deve conter a marca do Inmetro e o logotipo do organismo acreditado pelo Inmetro que o certificou. O Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos, ou simplesmente selo inmetro, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Os testes levam em conta vários critérios de segurança, como os riscos de acidentes, contaminação por produtos químicos, nível de ruído e luminosidade ou peças que podem ser engolidas, de acordo com a idade dos pequenos. Assim, nunca compre brinquedos que não tiverem o selo Inmetro.

Não compre brinquedos no comércio informal

Apesar dos preços muitas vezes serem mais atrativos, muitos brinquedos do comércio informal não possuem certificação, ou seja, não passam por nenhum tipo de inspeção de segurança. Suas peças podem soltar, provocando engasgos, e apresentar substâncias tóxicas para os pequenos. Por isso, peça sempre a nota fiscal no estabelecimento da compra.

Leia com atenção as instruções de uso

Antes de entregar o produto à criança, leia atentamente as instruções de uso. Cuidados especiais devem ser observados na retirada de embalagens e sacos plásticos que podem acompanhar o produto. Estes devem ser retirados por um adulto antes de entregá-lo à criança, a fim de prevenir acidentes com grampos, e até mesmo o risco de sufocamento. Procure, ainda, supervisionar o uso do brinquedo.

Preste atenção à idade indicada

Um brinquedo pode ser adequado para uma idade, mas perigoso para outra. Assim, outro ponto essencial para a segurança da criança é que a faixa etária do brinquedo seja respeitada para que acidentes sejam evitados.

A faixa etária a que o brinquedo se destina, deve constar na embalagem, assim como informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem, dentre outros. As informações obrigatórias na embalagem demonstram a responsabilidade do fabricante ou importador.

Ainda é importante lembrar: Quem tem filhos em idades diferentes deve cuidar para que os menores não tenham acesso aos brinquedos dos maiores.

Compras Online de Brinquedos

Nas compras de brinquedos pela internet, todas as recomendações citadas anteriormente devem ser observadas. É obrigatório que o fornecedor disponibilize todas as informações necessárias para a segurança da criança. Não é obrigatório o site mostrar os Selos e/ou a Etiqueta, mas as informações do registro Inmetro contidas neles devem ser apresentadas de forma clara no momento da compra. Na dúvida, pergunte ao lojista.

Desejamos a todos um feliz Dia das Crianças e ótimas compras!

BRICS atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado pelo Inmetro e o nosso Selo de Certificação de Segurança de Brinquedos garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

Para mais informações entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Pneus Novos: O que muda com a nova Portaria Inmetro Nº 379/2021

Amanhã, 1º de Outubro de 2021, entra em vigor a nova Portaria Inmetro Nº 379 de 14 de setembro de 2021, que regulamenta a Certificação de Pneus Novos e que substituirá a Portaria Nº 544/2012, bem como as demais portarias que estabeleciam critérios para essa certificação.

Buscando manter nossos clientes e parceiros bem informados, neste artigo iremos abordar os principais pontos de mudanças e possíveis impactos para o mercado.

Prazos e Disposições Transitórias:

  • 23/03/2022 – Prazo para os fabricantes e importadores adequarem seus novos processos de certificação e registro às exigências relacionadas aos requisitos estabelecidos na Portaria nº 329/2020, que agora está incorporada a esta nova Portaria.
  • 23/10/2025 – Prazo para a adequação das famílias que, na data de publicação da Portaria nº 329/2020, já se encontravam certificadas e registradas.
  • 36 meses – Prazo para os fabricantes e importadores de pneus novos adequarem processos de certificação de novas famílias de pneus, a fim de atenderem às condições e o layout do Selo de Identificação da Conformidade, conforme Figura 2 do Anexo V da Portaria Nº 379/2021. Contados a partir do início da vigência da Portaria, 1º de Outubro de 2021.

Importante: A Portaria Nº 379/2021 não estabelece a necessidade de que seja iniciado novo processo de certificação com base nos requisitos ora consolidados, porém os certificados já emitidos deverão ser revisados com a devida referência à nova Portaria na próxima etapa de avaliação.

Atenção – Alteração Significativa 

Pela portaria anterior, Nº 544/2012, o cliente poderia utilizar um laboratório que não tivesse acreditação CGCRE/EA e/ou APLAC, ficando sob responsabilidade do OCP avaliar o laboratório de acordo com a  Norma ISO 17025 e fazer o acompanhamento dos ensaios.

Já pela nova regulamentação da Portaria Nº 379/2021, a partir de 1º de outubro de 2021, os laboratórios utilizados devem possuir acreditação CGECRE/AE ou APLAC, não sendo possível utilizar qualquer laboratório não acreditado.

Em decorrência dessa alteração, todas as partes envolvidas deverão ficar atentas aos custos dos ensaios para certificação, uma vez que os mesmos podem tornar-se mais elevados.

Você pode conferir a Portaria Inmetro Nº 379 de 14 de setembro de 2021, clicando aqui.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Componentes de Bicicleta: O que levar em conta na hora de comprar?

Hoje muitas pessoas buscam qualidade de vida na prática de atividades físicas. Uma das preferidas por grande parte da população é andar de bicicleta, prática muito comum para quem busca não só relaxar, mas também manter uma boa saúde física e mental. Mas, você sabia que existem algumas exigências de qualidade e normas de segurança para que a bicicleta seja segura ao uso em nosso cotidiano?

O que levar em conta na hora de comprar Componentes de Bicicleta?

Pois bem, a Portaria Inmetro n° 202/2021 aprova os Requisitos da Conformidade para os seguintes Componentes de Bicicleta de Uso Adulto:

  • Quadro rígido;
  • Garfo rígido;
  • Pedivela;
  • Pedal;
  • Cordoalha;
  • Aro;
  • Raio;
  • Niple;
  • Guidão;
  • Suporte de guidão;
  • Câmara de ar;
  • Garfo de suspensão; e
  • Conjunto de freio.

O artigo 6° da Portaria Inmetro n°202/2021 ainda menciona: “Os componentes de bicicletas de uso adulto, fabricados, importados, distribuídos e comercializados em território nacional, a título gratuito ou oneroso, devem ser submetidos, compulsoriamente, à avaliação da conformidade, por meio do mecanismo de certificação, observados os termos deste Regulamento.” 

Como ocorre a certificação dos Componentes de Bicicletas?

Conforme Anexo I da Portaria Inmetro n°202/2021 é possível adquirir a conformidade de cada um destes componentes por meio de três modelos de certificação: modelo 2; modelo 5 e modelo 1b.

Basicamente o que difere o modelo 5 dos demais é a realização da auditoria de SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) do fabricante do produto. E vale ressaltar que, a validade do certificado de conformidade de componentes de bicicleta de uso adulto, emitidos pelos modelos 2 e 5 são de 4 anos, seguidos de manutenções anuais. O modelo 1b tem prazo indeterminado, ou seja, até a comercialização da quantidade de itens informada no início do processo.

Após a obtenção do Certificado de Conformidade, o detentor da certificação deve registrá-los no Inmetro, através do site Orquestra.

Selo Inmetro de Componentes de Bicicleta

Ficou com dúvida de como saber se os componentes da sua bicicleta lhe fornecem a devida segurança? Basta identificar o Selo de Identificação da Conformidade na embalagem e/ou marcado no produto.

Fale com nossos especialistas!

A Brics Certificações é acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) para conduzir a certificação dos Componentes de Bicicleta de Uso Adulto, através Portaria Inmetro n°202/2021. Além disso, após conclusão do processo de certificação, pode-se solicitar o registro do produto e obter o Selo de Identificação da Conformidade, para trazer mais credibilidade a sua marca e segurança aos consumidores.

Para maiores informações contate nosso departamento comercial no e-mail contato@brics-ocp.com.br e telefone +55 (11) 2087-7051.

Gustavo Oliveira
Analista de Certificação Pleno na BRICS Certificações.
Técnico em fabricação mecânica pelo SENAI, iniciou sua trajetória na área da qualidade em laboratórios de calibração e ensaios mecânicos. Atualmente cursando superior em Tecnologia de Gestão da Qualidade.

ARLA 32: Nova legislação e perspectivas de crescimento de mercado

Regular a emissão de poluentes gerados por motores a diesel sempre foi uma grande preocupação das autoridades ambientais em todo o mundo. No Brasil, esse papel é desempenhado pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que, desde 1986, instituiu o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE.

O controle pelo PROCONVE se dá a partir da classificação dos veículos em razão de seu Peso Bruto Total – PBT, sendo que as fases são caracterizadas por “L” para veículos leves e “P” para veículos pesados e vem sendo implantadas segundo cronogramas diferenciados. As próximas fases previstas são a  L-7, para veículos leves e P-8 para veículos pesados, ambas com início em 1º de janeiro de 2022.

O que muda em 2022?

As novas fases reduzem drasticamente os limites de emissão dos veículos, como demonstrado abaixo:

GRÁFICO DE COMPARAÇÃO ENTRE OS LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DAS FASES P-7 E P-8 DO PROCONVE:

Fonte: Elaboração CNT com base nas resoluções Conama n.º 403, de 2008, e n.º 490, de 2018.

É importante notar que os limites de NOx (óxidos de nitrogênio) e de MP (materiais particulados) serão reduzidos respectivamente de 2,0 para 0,04 e de 0,02 para 0,01. Assim, é possível dizer que, por meio de tecnologias mais limpas e mais desenvolvidas, os motoristas e passageiros, que ficam em contato direto com as emissões veiculares nas vias, serão poupados de respirar uma concentração maior de gases poluentes e de material particulado em relação à fase atual. Para se ter uma noção quantitativa da diferença entre a Fase P-8 com a atual fase, a nova tecnologia veicular irá reduzir o NOx emitido pelo veículo em circulação em até 80%, gerando melhores condições de saúde e qualidade de vida para os trabalhadores de transporte e para a sociedade e, consequentemente, maior bem-estar social.

Ainda sob a ótica da saúde, a P-8 estabelecerá limites de emissão de ruído para os veículos pesados. Essa novidade beneficiará significativamente o transportador, gerando um ambiente mais saudável para a audição e as condições emocionais e psicológicas dos motoristas, que passam mais tempo expostos ao ruído contínuo do motor do veículo no seu dia a dia de trabalho. Além disso, beneficiará também a sociedade, especialmente em centros urbanos, uma vez que serão expostos a um índice menor de ruído.

E quanto ao ARLA 32?

Cada vez mais vemos a chegada no mercado de novos veículos que utilizam o sistema SCR, ou Redução Catalítica Seletiva (SCR, na sigla em inglês), e seu princípio básico consiste na utilização do Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo – ARLA 32, líquido composto de água desmineralizada (livre de minerais) e ureia em grau industrial que, em conjunto com o catalisador, transforma o óxido de nitrogênio e o gás carbônico – presentes nos gases de combustão – em nitrogênio e água, elementos que são inofensivos ao meio ambiente. Veja o seu funcionamento na imagem:

 

Fig.1 – Representação do funcionamento de um sistema SCR. Esta tecnologia necessita de ARLA 32 para funcionar adequadamente.

Nos últimos anos, além de presenciar o aumento da frota de veículos pesados que utiliza o SCR como sistema de tratamento de emissões, também vimos, com a chegada do PROCONVE MAR-1 em 2019, que veículos agrícolas e de construção também passaram a utilizar essa tecnologia.

A partir de 2022, com o início das novas fases L-7 e P-8, teremos ainda mais veículos adotando o SCR, como é o caso do Jeep Compass. Segundo anunciado pela fabricante, a versão 2022 do SUV já contará com a tecnologia SCR e com um tanque de 13 litros para o ARLA 32. Para ter certeza de que o carro não rodará sem o líquido e que cumpra a nova legislação, a Jeep criou um sistema que inibe a partida do motor caso o reservatório esteja vazio.

Jeep Compass 2022: SUV utiliza o ARLA 32. Créditos da foto: Website Jeep.

Assim o ARLA 32 terá um papel fundamental para assegurar que o limite das emissões veiculares seja controlado, o que com certeza significará aumento em sua demanda. Uma análise feita pela Argus Media, companhia especialista em análise de mercado, mostrou que entre 2019 e 2020 houve um aumento de 15% no consumo de Arla 32. Esse percentual irá aumentar e a curva de consumo continuará em crescimento.

Qualidade é fundamental

Os Sistemas SCR são sensíveis às potenciais contaminações e impurezas químicas de suas matérias-primas, a água e a ureia. Usar produto de baixa qualidade, produzido fora das especificações das normas aplicáveis, além de aumentar o nível de emissões do veículo no Meio Ambiente (crime ambiental), resultará em danos indesejáveis e irreversíveis no sistema SCR dos veículos. E esse será o assunto do nosso próximo artigo. Vejo você lá!

Faustino Júnior – LinkedIn: faustinojunior | Instagram: @admfaustinojunior
Administrador de Empresas, Consultor Sênior na Merkato Consultoria, Auditor Líder ISO 9001/22000. Especialista em ARLA 32, desenvolve projetos de ARLA 32 para empresas em todo o Brasil.

Lâmpadas Led e a Certificação Inmetro

As lâmpadas LEDs estão cada vez mais inseridas em nosso cotidiano. O baixo consumo de energia, vida útil mais longa e menor impacto ambiental são suas principais características.

Por que certificar Lâmpadas Led?

Regulamentadas pelo Inmetro desde 2016, por meio da Portaria Inmetro nº 144/2015, lâmpadas LED devem ser certificadas obrigatoriamente, atendendo a requisitos mínimos de segurança definidos nas normas aplicáveis.

A certificação de lâmpadas LED é uma garantia para o consumidor de que os produtos são seguros, possuem eficiência energética e compatibilidade eletromagnética. Além disso, a certificação ajuda a padronizar os equipamentos disponíveis no mercado, garantir que a lâmpada não causará interferência na rede elétrica e, sobretudo, assegurar que o equipamento adquirido não irá gerar risco de superaquecimento, evitando assim acidentes.

Lâmpada Led e o Selo Procel

É importante ressaltar, ainda, que a certificação disponibiliza na embalagem do produto a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que além de exibir o selo Procel, identifica detalhes como: potência em Watts (W), que identifica o consumo de energia elétrica; eficiência luminosa  (lm/W), que é a relação do fluxo luminoso com a potência; e o fluxo luminoso em lúmens (lm), que corresponde a  quantidade de luz emitida. Veja o exemplo abaixo:

Assim, enquanto a etiqueta do Inmetro assegura a conformidade da Lâmpada Led com os requisitos de segurança e desempenho da Portaria Inmetro nº 144/2015, o Selo Procel destaca aqueles mais eficientes, facilitando a escolha dos consumidores.

Como certificar Lâmpadas Led?

O processo de certificação das lâmpadas LED é realizado por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo Inmetro. A Brics Certificações atua como OCP e o Selo de Certificação Inmetro que concedemos aos nossos clientes garante segurança, confiabilidade e qualidade que o seu produto precisa! Para mais informações, clique aqui.

Entre em contato com nosso time de especialistas, pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br, e saiba como a Brics Certificações pode ajudar sua empresa na certificação de Lâmpadas Led.

Será um prazer atender você!

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O que é ARLA 32 e qual sua importância?

Atualmente, o tráfego de veículos é um dos principais responsáveis pela poluição atmosférica, que ocorre devido à emissão de gases e partículas oriundos da combustão. A emissão dos óxidos de nitrogênio (NOx), por exemplo, gera preocupação devido ao seu impacto negativo no meio ambiente e na saúde das pessoas.

Para melhorar a qualidade do ar nas cidades, foi instituído no Brasil o Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). Dividido em fases, ele estabelece limites de emissões de poluentes. Desde 2012, os chamados veículos pesados precisam ser fabricados com sistemas de pós-tratamento dos gases de escapamento e, em 2022, o Brasil estará entrando na fase P8, que reduzirá significativamente os níveis praticados atuais, e é aí que entra a importância do Arla 32.

O que é ARLA 32?

ARLA é a sigla para Agente Redutor Líquido Automotivo. Ele é um produto químico à base de ureia em grau industrial, incolor, não tóxico, estável, não inflamável e bastante seguro para manuseio e transporte. Deve ser utilizado especificamente em sistemas SCR (da sigla em inglês Selective Catalytic Reduction, que significa Redução Catalítica Seletiva) para reduzir as emissões de NOx. O número 32 está relacionado ao nível de concentração de ureia (32,5%) em água desmineralizada (água que teve os sais minerais removidos).

A maioria dos veículos pesados produzidos no Brasil possuem a tecnologia SCR e precisam, portanto, do uso do Arla 32. Isso é crucial para a obtenção de ganhos ambientais e por isso, o Inmetro definiu que todo Arla 32 deve, compulsoriamente, ser fabricado, importado e comercializado em território nacional atendendo ao disposto na Portaria Inmetro nº 213/2021. A falta do Arla 32 ou o uso de produto irregular também causam grandes prejuízos ao transportador, como graves danos aos veículos e multas.

Como Certificar?

A Portaria Inmetro nº 213, de 21/03/2021, estabelece os critérios para a avaliação da conformidade do ARLA 32, com foco na proteção do meio ambiente e a BRICS Certificações está acreditada pelo Inmetro para certificar o produto, concedendo aos fabricantes e/ou importadores o Selo de Identificação da Conformidade, popularmente conhecido como Selo Inmetro.

Quer saber sobre todas as informações referentes a Certificação de Arla 32? Baixe agora mesmo nosso E-book de Certificação de Arla 32 de acordo com a Portaria Inmetro nº 213/2021.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Novidades na Certificação de Ventiladores

Foi publicado hoje no Diário Oficial da União (D.O.U), a nova Portaria Inmetro nº 299/2021 que revoga a Portaria Inmetro nº 20/2012 a partir do dia 02 de agosto de 2021, e traz as principais alterações abaixo:

  1. Ventiladores de mesa, pedestal e de parede poderão ser agrupados na mesma família, desde que todas as características elétricas e de eficiência sejam as mesmas entre os modelos.
  2. Adoção do modelo de certificação 1b para lotes, ou seja, amostragem passa a ser obrigatoriamente feita no Brasil e sem a possibilidade de testes de contraprova e testemunha no caso de reprovação das amostras testadas.
  3. Para o modelo de certificação através do sistema 5, o certificado passa a ser válido por 6 (seis) anos, devendo ser realizada manutenção periódica a cada 36 (trinta e seis) meses, ou seja, a cada 3 (três) anos devem ser realizados novos testes e auditoria de manutenção. Esse ponto traz uma grande redução nos custos de certificação, tendo em vista que anteriormente o certificado tinha validade de 4 (quatro) anos, com auditorias e testes anuais. Os certificados vigentes, devem ser prorrogados para o novo prazo de validade de 6 (seis) anos, sendo considerada sua data de emissão. IMPORTANTE! As manutenções previstas para o ano de 2021 devem ser mantidas com 25% da família.
  4. Deixa claro que, no comércio virtual é de responsabilidade do administrador do site disponibilizar as informações sobre a eficiência energética dos produtos, isentando assim a responsabilidade do detentor da certificação. Segue abaixo exemplo de um modelo do selo de eficiência energética.

Quer saber mais sobre as informações que a etiqueta de eficiência energética fornece para você? Então, clique aqui!

Se ficar alguma dúvida sobre as novidades da Certificação de Ventiladores, entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

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Entenda o “Registro de Objeto”. Ele faz parte da certificação?

O que é Registro de Objeto?

De forma simples, para que você entenda, o Registro de Objeto é o número disponibilizado pelo Inmetro após a emissão do certificado e ele vai no selo do seu produto. Esse número de registro, junto ao certificado, autoriza a comercialização do produto em território nacional. Assim que a Brics Certificações emitir o seu certificado, o próximo passo é cadastrá-lo na plataforma Orquestra para conseguir o seu registro. Não sabe como entrar? Calma, vou deixar o link abaixo.

    https://orquestra.inmetro.gov.br/inmetrobcweb/

O que é Sistema Orquestra?

O Sistema Orquestra é a plataforma de gerenciamento de processos online do Inmetro utilizada para solicitar diversos serviços, como acreditações, anuência de importação e claro, o Registro de Objeto. Ah, importante! Para ter acesso ao Orquestra é necessário ter uma conta gov.br, essa mesma conta é utilizada para todos os serviços do Governo. Essa etapa do processo é realizada pelo solicitante da certificação diretamente com o Inmetro. Nós, organismos certificadores, não temos acesso a plataforma. O detentor do registro é o responsável legal pelo produto no mercado nacional. Nos casos de importação por conta e ordem de terceiros, encomenda ou importação direta, a empresa que irá realizar essa operação deve ser cadastrada previamente no Orquestra pelo detentor do Registro como autorizada a realizar a operação de importação, ok?

Como consultar o Registro de Objeto no Inmetro?

Para consultar os Registros de Objetos concedidos pelo Inmetro, vou deixar outro link abaixo.

  http://registro.inmetro.gov.br/consulta/

Na busca por Registros você encontrará quatro condições:

Registro Ativo – O produto pode ser fabricado, importado ou comercializado no mercado sem restrições, desde que observados os critérios estabelecidos nos regulamentos específicos.

Registro Inativo – O produto não pode ser fabricado ou importado, mas será mantida a regularidade dos itens já fabricados ou importador até a data da inatividade.

Registro Suspenso – O produto não pode ser fabricado, importado ou comercializado pelo detentor do registro, sendo mantida a regularidade dos itens já comercializados para o mercado varejista até a suspensão.

Registro Cancelado – O produto não pode ser fabricado, importado ou comercializado no mercado nacional, sendo responsabilidade do detentor do certificado o recolhimento de todos os produtos do mercado.

Então, lembre-se, no começo do seu processo de certificação, sempre pergunte ao comercial que está te atendendo se seu produto precisa de Registro de Objeto. Assim, você vai conseguir planejar o tempo que vai gastar do início do processo de certificação até o deferimento do seu registro.

Agora que você já sabe o que é o Registro de Objeto, onde ele é inserido e o que é a plataforma Orquestra, pegue seu certificado, fotos do produto e faça com calma o preenchimento do sistema. Ele é intuitivo e é um espelho das informações do certificado, mas cada erro, por descuido, pode tornar esse processo mais demorado, pois você terá que aguardar o Inmetro analisar e te apontar o erro para fazer a correção e o prazo acaba se estendendo.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

 

André Klarge
Comercial da Brics Certificações.
Formado em Comunicação e Marketing e em Captação de Recursos, está há 5 anos no comercial da Brics Certificações.

Amortecedores da Suspensão: Funcionamento e Certificação Inmetro

Componentes essenciais para a segurança veicular, os amortecedores são dispositivos utilizados para reduzir ou amortecer oscilações da suspensão durante sua movimentação, mantendo os pneus sempre em contato com o solo, proporcionando maior estabilidade, conforto e segurança.

Neste artigo você vai encontrar informações relevantes sobre o funcionamento dos amortecedores e a importância da certificação compulsória deste componente.

Amortecedores: Como funcionam?

Os amortecedores foram desenvolvidos para controlar e reduzir os movimentos verticais brutos e movimentos de rolagem (transferência de peso) do veículo. Eles fazem parte do sistema de suspensão do veículo, juntamente com as molas e outros componentes que ligam o chassi às rodas do carro. Esses componentes são os responsáveis por intermediar a transmissão de movimento oscilatório, garantindo estabilidade, conforto e controle para o motorista e para os passageiros.

Sem as molas e os amortecedores que permitem a movimentação controlada do sistema de suspensão, o desconforto seria muito grande, principalmente em pisos irregulares. Isso sem falar na vida útil do veículo, que diminuiria muito com os fortes impactos sofridos.

Assim, as molas e os amortecedores trabalham em conjunto. A mola absorve os impactos sofridos pelas rodas e os amortecedores servem para controlar o efeito da mola, de modo que o veículo permaneça estável, evitando oscilações no veículo.

Embora a vida útil de um amortecedor seja bastante longa, sinais de vazamento e excesso de oscilações no veículo indicam que os amortecedores já estão “vencidos”. Lembre-se, é sempre a segurança que está em jogo, além do conforto é claro. O desgaste de um amortecedor é normal com o passar do tempo, pois o constante atrito das peças em movimento, acabam desgastando e criando folga entre as partes móveis que compõem o amortecedor.

Daí a importância de, ao fazer a troca dos amortecedores, verificar se o produto possui certificação.

Amortecedores: Por que certificar?

Todos os amortecedores comercializados no Brasil, fabricados nacionalmente ou importados, devem possuir certificação do INMETRO, pelo fato do amortecedor ser um dos itens de segurança mais importantes do veículo.

O processo de certificação, segundo Portaria Inmetro nº 301/2011, garante que o produto passou por testes laboratoriais e está cumprindo todos os requisitos de segurança definidos nas normas aplicáveis, concedendo a empresa fabricante/importadora o selo de segurança do Inmetro.

A BRICS Certificações é um braço do Inmetro e atua como Organismo Certificador de Produtos (OCP) acreditado para Componentes Automotivos. Consulte nossos especialistas e tenha um processo de certificação tranquilo, sem sustos e sem surpresas pelo número +55 (11) 2087-7051 ou pelo email contato@brics-ocp.com.br.

Será um prazer atender você!

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